Frete grátis nos produtos marcados

Desconto adicional de 2% em compras em quantidade

Entregamos em todo o Brasil

Desconto adicional de 2% em compras no boleto bancário

receba nossas ofertas

ALGINAC 1000 COM 30CP
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

ver produtos semelhantes a Alginac 1000 Com 30cp

ALGINAC 1000 COM 30CP

compartilhe

Saiba pra que serve o produto Alginac 1000 com 30cp da Merck Do Brasil e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de antiinflamatório com ação analgésica. antineurítico.

principal indicação

Antiinflamatório com ação analgésica. Antineurítico.

Alginac 1000 com 30cp  -  Merck Do Brasil

de R$ 42,82

por R$ 38,54

ou R$ 37,77 no boleto bancário (2% de desconto)

em 6x R$ 6,42 no cartão de crédito**

  • 1x R$ 38,54
  • 4x** Consulte
  • 2x* R$ 20,04
  • 5x** Consulte
  • 3x* R$ 13,87
  • 6x** Consulte

**Juros da Administradora. Consulte a mesma para saber a taxa de juros aplicada.

*parcelas com acréscimo.

simule os fretes disponíveis para sua região

Alginac 1000 com 30cp  -  Merck Do Brasil
entregamos em todo Brasil
ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
  • bula

Alginac® 1.000 Comprimidos revestidos

cianocobalamina, cloridrato de piridoxina, nitrato de tiamina, diclofenaco sódico

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES

Comprimidos revestidos - Embalagens contendo 15 e 30 comprimidos revestidos.

USO ORAL - ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido contém:

vitamina B12 (cianocobalamina) ................................ 1.000 mcg

vitamina B6 (cloridrato de piridoxina) ........................... 50 mg

vitamina B1 (nitrato de tiamina) ................................. 50 mg

diclofenaco sódico ............................................... 50 mg

Excipientes: talco, estearato de magnésio, lactose, celulose microcristalina, carmelose sódica,

dióxido de silício coloidal, Eudragit RL 30D, macrogol, dióxido de titânio, simeticona, trietilcitrato,

metilparabeno, propilparabeno, povidona, corante vermelho FDC nº 6.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento

ALGINAC® 1.000 é uma combinação do antiinflamatório diclofenaco sódico com as vitaminas B1,

B6 e B12, possuindo ação analgésica, antineurítica e anti-inflamatória.

Cuidados de armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC). Proteger da luz e umidade.

Prazo de validade

Ver embalagem externa. Não utilizar com o prazo de validade vencido.

Gravidez e lactação

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração

Os comprimidos de ALGINAC® 1.000 devem ser ingeridos sem mastigar, com um pouco de

líquido. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração

do tratamento.

Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Reações adversas

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como dor abdominal,

náuseas, vômitos, diarréia, falta de apetite, vertigens, dores de cabeça, cansaço, insônia,

alterações do paladar, reações cutâneas ou quaisquer outras que venham a ocorrer.

- TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Os comprimidos devem ser ingeridos preferencialmente após as refeições.

Contra-indicações e Precauções

Contra-indicado na presença de hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula,

porfiria aguda, policitemia vera, doença hereditária de Leber, úlceras pépticas, gastrites e

duodenites, discrasias sanguíneas, estados hemorrágicos, lesões hepáticas e em pacientes

cujas crises de asma brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo

uso de salicilatos e outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas. É

recomendável realizar periodicamente exames de sangue e das funções renal e hepática.

Antes da administração do produto, deve ser avaliado o estado do sistema digestivo, do

fígado e dos rins. ALGINAC® 1.000 não deve ser administrado a pacientes parkinsonianos

em uso de levodopa isolada. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja

usando, antes do início ou durante o tratamento. Não deve ser utilizado durante a gravidez e

a lactação. Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros distúrbios do sistema

nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas.

- NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER

PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

- NÃO É INDICADO PARA CRIANÇAS ABAIXO DE 14 ANOS, COM EXCEÇÃO DE CASOS

DE ARTRITE JUVENIL CRÔNICA.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características

As vitaminas B1, B6 e B12 participam no metabolismo de todas as células do organismo, porém

sua atividade predominante se dá sobre as células do sistema nervoso, daí serem denominadas

vitaminas neurotróficas.

tiamina (vitamina B1): a absorção gastrointestinal da tiamina presente nos alimentos ocorre

mediante um mecanismo de transporte ativo. Ao se administrar doses altas, a absorção se dá por

difusão passiva. O limite de absorção máxima é de 8 a 15 mg ao dia, porém esta quantidade pode

ser facilmente superada quando se ingere em doses fracionadas com os alimentos. Os tecidos

realizam a degradação total de aproximadamente 1 mg de tiamina ao dia. Quando a ingestão é

inferior a essa quantidade, a tiamina não é excretada pela urina; porém quando a ingestão

ultrapassa este valor, primeiramente saturam-se os depósitos tissulares e, posteriormente, o

fármaco aparece sem modificação ou como o seu metabólito, a pirimidina. A forma funcionalmente

ativa da tiamina é o pirofosfato de tiamina, que intervém no metabolismo dos carboidratos como

cofator das desidrogenases (desidrogenase cetoácida de cadeia ramificada, complexo piruvato

desidrogenase e alfa-cetoglutarato desidrogenase) e das transcetolases. Dentre os processos

metabólicos que são afetados pela deficiência de tiamina encontra-se o aporte energético neuronal

ao inibir-se a degradação dos carboidratos, o que impede a regeneração da membrana axônica.

Além de participar no processo de síntese da acetilcolina, o pirofosfato de tiamina intervém na

liberação deste neurotransmissor pela membrana pré-sináptica, pois foram encontradas altas

concentrações de tiamina fosforilada nas terminações nervosas colinérgicas.

piridoxina (vitamina B6): a piridoxina, o piridoxal e a piridoxamina são rapidamente absorvidos

pelo trato gastrointestinal após serem hidrolisados a seus produtos fosforilados. Pelo menos 60%

da vitamina B6 circulante corresponde ao fosfato de piridoxal. Considera-se que o piridoxal é a

forma primária que atravessa as membranas celulares. O principal produto de excreção é o ácido

4-piridoxólico, formado pela ação aldeído-oxidase hepática sobre o piridoxal livre. O fosfato de

piridoxal atua como coenzima em várias transformações metabólicas dos aminoácidos. A vitamina

B6 atua na síntese dos neurotransmissores ácido gama-aminobutírico, dopamina e serotonina,

bem como na síntese dos esfingolipídeos que constituem a bainha de mielina.

cianocobalamina (vitamina B12): a vitamina B12 proveniente da dieta se une ao fator intrínseco

em presença de ácido gástrico e proteases pancreáticas. O complexo vitamina B12 - fator

intrínseco chega no íleo distal, onde interage com um receptor específico situado sobre as células

da mucosa do íleo, sendo então transportado para a circulação. Além do fator intrínseco, é

necessária a presença da bile e de bicarbonato de sódio (em pH adequado) para o transporte da

vitamina B12 através do íleo. A deficiência de vitamina B12 normalmente não se deve a uma

carência da dieta, e sim a uma deficiência na absorção gastrointestinal. Uma vez absorvida, a

vitamina B12 se une a uma beta-globulina plasmática chamada transcobalamina II, de forma a ser

transportada para os tecidos. A vitamina B12 unida à transcobalamina II é rapidamente extraída do

plasma e armazenada nas células hepáticas; até 90% dos depósitos corporais de vitamina B12 no

adulto normal, ou seja, 1 a 10 mg, localizam-se no fígado. A vitamina B12 é armazenada como

coenzima ativa, com uma taxa de recâmbio de 0,5 a 0,8 mcg por dia, dependendo da capacidade

dos depósitos corporais. A necessidade mínima diária da vitamina é de 1 mcg. Aproximadamente 3

mcg de vitamina B12 são excretados por dia através da bile, sendo que 50 a 60% desta

quantidade não se destina à reabsorção. Este ciclo entero-hepático impede, que, durante uma

doença intestinal, ocorra uma interferência com a absorção, o que poderia resultar em um

esvaziamento contínuo dos depósitos hepáticos da vitamina. As formas metabolicamente ativas da

vitamina B12 são a metilcobalamina e a 5-desoxiadenosilcobalamina, as quais são essenciais para

o crescimento e a replicação celular. A metilcobalamina participa na transformação da

homocisteína em metionina e no seu derivado, a S-adenosilmetionina, bem como na conversão do

N5-metiltetraidrofolato a tetraidrofolato. A 5-desoxiadenosilcobalamina intervém na isomerização

da L-metilmalonil coenzima A à succinil coenzima A, que favorece a síntese de ácidos graxos.

Estas ações metabólicas, no âmago do sistema nervoso, conduzem à geração de ATP, necessário

para a síntese de DNA mitocondrial dos neurônios, para a formação da bainha de mielina axônica,

para proporcionar os componentes bioquímicos da neurotransmissão e para manter a constância

do meio interno neuronal, necessária para gerar os potenciais de ação e permitir a transmissão na

sinapse.

Segundo descobertas clínicas recentes, a combinação das vitaminas B1, B6 e B12 possui

atividade antinociceptiva, que se traduz em ação analgésica marcante.

diclofenaco sódico: é rápida e completamente absorvido no duodeno, com concentrações

plasmáticas significativas sendo atingidas cerca de 30 minutos após a administração e

concentrações plasmáticas máximas 2 a 3 horas depois. Quando a administração se faz com

alimentos, a velocidade da absorção é reduzida, porém não o seu grau. O fármaco liga-se

amplamente às proteínas plasmáticas (99,7%), principalmente à albumina, sendo a sua meia-vida

plasmática de 1 a 2 horas. O diclofenaco se distribui largamente no organismo e sua

biodisponibilidade é de aproximadamente 50%, com as maiores concentrações localizando-se no

fígado e rins. O fármaco é metabolizado no fígado pela isoenzima citocromo P450, família CYP2C,

a 4-hidroxidiclofenaco como metabólito principal e outras formas hidroxiladas. Após

glicuronoconjugação e sulfatação, os metabólitos são excretados na urina (65%) e pela bile (35%).

Doses repetidas do diclofenaco não produzem acumulação no adulto normal. A meia-vida de

eliminação é de 1,2 a 2,0 horas. O diclofenaco é um inibidor da ciclooxigenase, enzima que

converte o ácido araquidônico em prostaglandinas. Sua potência é substancialmente superior à da

indometacina, naproxeno e outros antiinflamatórios. As prostaglandinas que têm a síntese inibida

são a PGE2 (50%), o tromboxano TXB1 (60%) e a PGF (30%). Além disso, o fármaco parece

reduzir as concentrações intracelulares de araquidonato livre nos leucócitos, possivelmente

modificando a liberação ou a captação deste ácido graxo. Além do seu efeito periférico, o

diclofenaco e outros analgésicos antiinflamatórios não-esteroidais podem exercer um efeito

antinociceptivo (antiálgico) no sistema nervoso central, atuando sobre a liberação das

prostaglandinas e/ou através dos sistemas neuronais que utilizam as catecolaminas e a serotonina

como neurotransmissores.

Indicações

Antiinflamatório com ação analgésica. Antineurítico. Nas lombalgias, cervicalgias, braquialgias,

radiculite, neuropatias periféricas de etiopatogenia diversa, neuralgias faciais, neuralgia do

trigêmeo, neuralgia intercostal, neuralgia herpética, neuropatia alcoólica, neuropatia diabética,

síndrome do conduto do carpo, fibromialgia, espondilite.

Contra-indicações

Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula. Policitemia vera. Porfiria aguda.

A vitamina B12 não deve ser utilizada na doença precoce de Leber (atrofia hereditária do

nervo óptico). Úlceras pépticas, gastrites e duodenites. Em pacientes cujas crises de asma

brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo uso de salicilatos e

outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas. Discrasias sanguíneas,

estados hemorrágicos e lesões hepáticas.

Precauções e Advertências

É recomendável controlar periodicamente o hemograma e as funções renal e hepática.

Antes da administração do produto, deve ser avaliado o estado do sistema digestivo, do

fígado e dos rins. Não deve ser administrado durante a gravidez e a lactação nem em

crianças com menos de 14 anos, com exceção de casos de artrite juvenil crônica. Como as

prostaglandinas têm grande importância na manutenção do fluxo sangüíneo renal, o

produto deve ser empregado com cautela em nefropatas, cardiopatas, pacientes em uso de

diuréticos e após grandes cirurgias. Os pacientes que apresentarem tonturas ou outros

distúrbios do sistema nervoso central devem abster-se de dirigir veículos ou operar

máquinas.

Interações medicamentosas

Existem relatos de que a tiamina pode aumentar o efeito de bloqueadores neuromusculares,

desconhecendo-se seu significado clínico. A piridoxina reforça a descarboxilação periférica

da levodopa e reduz sua eficácia no tratamento da doença de Parkinson. A administração

concomitante de carbidopa com levodopa previne este efeito. O cloridrato de piridoxina não

deve ser administrado em doses superiores a 5 mg por dia em pacientes sob tratamento

com levodopa unicamente. A administração de 200 mg ao dia de cloridrato de piridoxina

durante um mês produz diminuição das concentrações séricas de fenobarbital e de fenitoína

em até 50%. A ciclosserina e a hidralazina são antagonistas da vitamina B6 e a

administração da piridoxina reduz os efeitos secundários neuronais decorrentes do uso

destes fármacos. A utilização prolongada de penicilamina pode causar deficiência de

vitamina B6. A piridoxina pode diminuir as concentrações plasmáticas da ciclosporina,

quando administradas simultaneamente. A absorção da vitamina B12 no sistema

gastrointestinal pode ser reduzida pela administração de aminoglicosídeos, colchicina,

potássio em formulação de liberação prolongada, ácido aminossalicílico e seus sais,

anticonvulsivantes (fenitoína, fenobarbital, primidona), irritação com cobalto no intestino

delgado e pela ingestão excessiva de álcool por mais de duas semanas. A administração

concomitante de neomicina e colchicina incrementa a má absorção de vitamina B12. O ácido

ascórbico pode destruir quantidades importantes da vitamina B12 e do fator intrínseco in

vitro; assim, esta possibilidade deverá ser levada em consideração quando da

administração concomitante de doses altas de ácido ascórbico e de vitamina B12 por via

oral. Existem relatos de que a prednisona intensificou a absorção de vitamina B12 e a

secreção do fator intrínseco em pacientes com anemia perniciosa, porém não em pacientes

com gastrectomia parcial ou total, desconhecendo-se o significado clínico destas

observações. A administração concomitante de cloranfenicol e de vitamina B12 pode

antagonizar a resposta hematopoiética à vitamina. A administração simultânea de

diclofenaco com preparações à base de lítio, digoxina ou diuréticos poupadores de potássio

pode elevar as concentrações plasmáticas destes fármacos. A utilização concomitante com

outros antiinflamatórios não-esteroidais pode aumentar o risco de reações adversas.

Recomenda-se acompanhamento rigoroso de pacientes sob tratamento com

anticoagulantes. O emprego de antiinflamatórios não-esteróides deve ser suspenso 24

horas antes de iniciar-se tratamento com metotrexato, para evitar a elevação da

concentração plasmática do citostático e de seus efeitos tóxicos.

Reações adversas

Existem relatos isolados de reações secundárias à administração parenteral a longo prazo

de tiamina e de cianocobalamina, provavelmente devido a casos raros de

hipersensibilidade. A administração de megadoses de piridoxina pode produzir certas

síndromes neuropáticas sensoriais; contudo, estudos histopatológicos não demonstraram o

relacionamento destas síndromes com degeneração neuronal em nenhum grau. Com a

suspensão do uso da piridoxina, a função neuronal melhora gradativamente até a completa

recuperação do paciente. Trato gastrointestinal: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarréia,

dispepsia, flatulência e anorexia. Raramente, hemorragia gastroduodenal, melena,

hematêmese, ulceração, perfuração, diarréia sanguinolenta. Ocasionalmente, colite

ulcerativa ou proctocolite de Crohn, gingivoestomatite, lesões esofágicas, glossite,

obstipação intestinal. Sistema nervoso central: vertigem, atordoamento, cefalalgia, fadiga.

Raramente, parestesias, distúrbios da sensibilidade e da visão, distúrbios da memória,

desorientação, tinido, insônia, irritações psicóticas, alterações do paladar. Pele: casos

isolados de erupções vesiculares, eczema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-

Johnson, síndrome de Lyell, eritrodermia, dermatite esfoliativa, alopecia, reações de

fotossensibilidade, púrpura. Rins: raramente hematúria, proteinúria, insuficiência renal

aguda. Fígado: raramente, elevação da atividade das aminotransferases (transaminases

glutâmico-pirúvica e glutâmico-oxalacética), hepatite com ou sem icterícia. Sangue: casos

isolados de trombocitopenia, leucopenia, anemia hemolítica, anemia aplástica,

agranulocitose. Hipersensibilidade: raramente hipotensão arterial, edema, reações

anafiláticas. Alterações de exames laboratoriais: a piridoxina pode provocar uma reação

falsa positiva no urobilinogênio utilizando reativo de Ehrlich.

Posologia

ALGINAC® 1.000: dois a três comprimidos ao dia, preferencialmente após as refeições. A duração

do tratamento fica a critério médico.

Superdose

Não existem relatos de superdose com tiamina ou com vitamina B12. A neuropatia sensorial e as

outras síndromes neuropáticas sensoriais produzidas pela administração de megadoses de

piridoxina melhoram gradativamente com a descontinuação da vitamina, obtendo-se recuperação

completa após algum tempo. São raros os relatos de superdose de antiinflamatórios nãohormonais.

Isso decorre de serem essas substâncias gastroirritantes (provocando vômito, quando

em doses elevadas) e de fácil excreção pelos rins. Considerando a curta duração da meia-vida do

diclofenaco, pode-se esperar grande margem de segurança. O tratamento da superdose e da

intoxicação aguda consiste, essencialmente, em medidas de suporte e tratamento sintomático se

surgirem complicações (hipotensão, depressão respiratória, insuficiência renal, convulsões,

irritação). Em caso de ingestão de número excessivo de comprimidos, o tratamento compreende

também lavagem gástrica e uso de carvão ativado.

Pacientes idosos

É recomendável cautela quando da prescrição a idosos, em especial, aqueles que tenham função

renal prejudicada e em uso de diuréticos e beta-bloqueadores. Os pacientes idosos são mais

sensíveis à ocorrência de efeitos colaterais com antiinflamatórios não-hormonais (em especial,

redução do volume urinário e irritação da mucosa gastrintestinal). Devem, portanto, utilizar a menor

posologia capaz de produzir os efeitos terapêuticos desejados, pelo menor tempo possível.

- VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

- Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa.

M.S. 1.0089.0271

Farm. Resp.: Marcos A. Silveira Jr. - CRF-RJ nº 6403

MERCK S.A.

CNPJ 33.069.212/0001-84

Estrada dos Bandeirantes, 1099

Rio de Janeiro - RJ - CEP 22710-571

Indústria Brasileira.

Com autorização de Merck KGaA, Darmstadt, Alemanha.