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BUTAZONA CALCICA 200MG 10 COMPRIMIDOS COMPRIMIDOS REVESTIDOS
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

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BUTAZONA CALCICA 200MG 10 COMPRIMIDOS

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Saiba pra que serve o produto Butazona calcica 200mg 10 comprimidos comprimidos revestidos da Boehringer Ingelheim e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de antiinflamatório.

Butazona calcica 200mg 10 comprimidos comprimidos revestidos -  Boehringer Ingelheim

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Butazona calcica 200mg 10 comprimidos comprimidos revestidos -  Boehringer Ingelheim
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ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
  • bula



Butazona® Cálcica

fenilbutazona cálcica

200 mg

Esta bula é atualizada continuamente. Por favor, proceda à sua

leitura antes de utilizar o medicamento.

Forma farmacêutica e apresentações

Comprimidos revestidos: embalagens com 10 e 100 comprimidos

revestidos.

Uso adulto

Composição

Cada comprimido revestido contém:

fenilbutazona ......................................................................... 200

mg

(Correspondentes a 212 mg de fenilbutazona cálcica).

Excipientes: amido, celulose microcristalina, etilcelulose, carmelose

sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, opadry II yellow, opadry

clear.

Informação ao paciente

BUTAZONA CÁLCICA é indicado para determinadas afecções

reumáticas e não se destina à automedicação.

Manter o medicamento em temperatura ambiente (15º C a 30º C).

Proteger da luz e da umidade. O prazo de validade do produto é de 24

meses. Não utilizar medicamentos com prazo de validade vencido.

Deve-se evitar o uso do produto durante a gravidez e o período de

lactação. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do

tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está

amamentando.

Recomenda-se observar cuidadosamente as orientações do médico. Siga a

orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a

duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o

conhecimento do seu médico. BUTAZONA CÁLCICA é um medicamento

potente e deverá ser usado por uma semana no máximo.

Se, após a administração do produto, ocorrerem febre, dor de garganta,

ulcerações na boca, lesões espontâneas ou ainda dores no alto abdômen,

escurecimento das fezes, icterícia, ganho de peso, edema incipiente ou

erupção da pele, o tratamento deverá ser interrompido e o médico

consultado imediatamente. Informe ao seu médico o aparecimento de

reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS

CRIANÇAS.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes

do início ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER

PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

Informação técnica

BUTAZONA CÁLCICA possui propriedades anti-reumáticas,

antiinflamatórias, analgésicas e antipiréticas. A fenilbutazona exerce ação

uricosúrica pela redução da reabsorção tubular do ácido úrico. No

mecanismo de ação da BUTAZONA CÁLCICA, a inibição da ciclooxigenase

(prostaglandina-sintetase) representa o fator principal, restringindo a

produção das prostaglandinas (principalmente as séries "E" e "F"), que

participam do desenvolvimento da reação inflamatória, dolorosa e febril.

Em condições experimentais, a fenilbutazona também inibe as funções

leucocitárias (quimiotaxia, liberação/atividade das enzimas lisossômicas).

Após administração oral, a fenilbutazona é rápida e completamente

absorvida no trato gastrintestinal; as concentrações séricas máximas são

atingidas em 2 horas, aproximadamente. Após doses repetidas de 100,

200 ou 300 mg, diariamente, as concentrações séricas médias são de 52,

83 e 95 mcg/ml, respectivamente. As medidas das áreas sob as curvas

das concentrações séricas mostram que, das doses administradas, 63%

circulam no plasma como fenilbutazona não-modificada, 23% como

oxifembutazona e cerca de 2,5% na forma de outros hidroximetabólitos. É

de 98,99% a porcentagem de fenilbutazona ligada às proteínas séricas. A

fenilbutazona distribui-se no organismo, em diversos tecidos e líquidos;

por exemplo, no líquido sinovial.

Sua meia-vida plasmática é de aproximadamente 75 horas, sendo

prolongada nos pacientes geriátricos para cerca de 105 horas. A

fenilbutazona é extensamente metabolizada no fígado, sendo excretada

quase inteiramente sob a forma de metabólitos: aproximadamente 3/4

pela urina (cerca de 40% como C-glicuronídeo de fenilbutazona e 10-15%

como C-glicuronídeo de hidroxifenilbutazona) e cerca de 1/4 pelas fezes.

Indicações

Episódios de espondilite anquilosante. Episódios agudos de gota e

pseudogota. Nos casos abaixo, quando não houver resposta satisfatória ao

tratamento com outras substâncias antiinflamatórias não-esteróides:

exacerbações agudas da artrite reumatóide e osteoartrose. Formas

agudas de reumatismo extra-articular.

Contra-indicações

Úlcera péptica (ou história pregressa de úlcera péptica), discrasias

sangüíneas (ou história pregressa de discrasias sangüíneas), diáteses

hemorrágicas (trombocitopenia, distúrbios da coagulação sangüínea),

insuficiência cardíaca, hepática ou renal grave, hipertensão arterial grave,

moléstias da tireóide e hipersensibilidade aos derivados do pirazol,

síndrome de Sjögren. Como outros agentes antiinflamatórios nãoesteróides,

BUTAZONA CÁLCICA é também contra-indicada em pacientes

nos quais os acessos de asma, urticária ou rinite aguda são

desencadeados pelo ácido acetilsalicílico ou por outros medicamentos

inibidores da prostaglandina-sintetase.

Precauções

BUTAZONA CÁLCICA deve ser usada somente sob supervisão médica.

Devem ser tomados cuidados especiais nos pacientes idosos, geralmente

mais sensíveis aos medicamentos. Não é recomendada a prescrição de

BUTAZONA CÁLCICA a pacientes com menos de 14 anos. A possibilidade

de reativação de úlceras pépticas requer cuidadosa anamnese, mesmo em

se tratando de casos remotos de dispepsias, hemorragias gastrintestinais

ou úlceras pépticas.

Nos casos excepcionais, em que BUTAZONA CÁLCICA for administrada por

período superior a uma semana, deve ser realizado hemograma antes de

iniciar o tratamento e periodicamente após o seu início. Ocorrendo

diminuição da contagem de leucócitos e/ou plaquetas, ou do hematócrito,

suspender a medicação.

Em pacientes portadores de doenças cardiovasculares, deve ser

considerada a possibilidade de ocorrer retenção de sódio e edema.

Recomenda-se cuidado especial ao se tratar pacientes portadores de lúpus

eritematoso disseminado, pois pode ocorrer agravo ou exacerbação do

quadro.

Observando-se reações alérgicas, febre, dor de garganta, sialadenites,

icterícia ou sangue nas fezes, a medicação deve ser suspensa

imediatamente.

Gravidez e lactação

Durante a gravidez, principalmente nos 3 primeiros meses, BUTAZONA

CÁLCICA - como qualquer outro medicamento - deve ser empregado com

cautela. Embora, ao contrário de vários medicamentos antiinflamatórios

não-esteróides, não se tenha constatado relação causal entre a

fenilbutazona e o fechamento prematuro do ducto arterioso no feto, a

medicação não deve ser administrada nos 3 últimos meses de gravidez.

Embora sua substância ativa passe para o leite materno somente em

pequenas quantidades, as lactantes devem suspender a amamentação ou

o tratamento.

Interações medicamentosas

Por deslocar competitivamente outras drogas de suas ligações protéicas, a

fenilbutazona pode aumentar a atividade e a duração do efeito de outros

fármacos, como ocorre com outros agentes antiinflamatórios,

anticoagulantes orais, antidiabéticos orais, fenitoína e sulfonamidas. Por

meio da indução de enzimas microssomiais hepáticas, a fenilbutazona

pode acelerar o metabolismo de dicumarol, aminofenazona, digitoxina e

cortisona. Por outro lado, pode inibir a degradação metabólica da fenitoína

e potencializar o efeito da insulina. Em pacientes previamente tratados

com drogas que ativam o sistema enzimático dos microssomos hepáticos

(por exemplo barbitúricos, clorfenamina, rifampicina, prometazina e

corticosteróides - prednisona), a meia-vida de eliminação da fenilbutazona

(normalmente cerca de 75 horas) reduz-se para aproximadamente 57

horas.

Quando a fenilbutazona é administrada simultaneamente com

metilfenidato, a concentração sérica da oxifembutazona eleva-se e a

meia-vida de eliminação da fenilbutazona é prolongada. Durante o período

de administração concomitante de esteróides anabólicos e fenilbutazona,

eleva-se a concentração da oxifembutazona no soro. A administração

simultânea de colestiramina reduz a absorção entérica da fenilbutazona. A

fenilbutazona desloca o hormônio tireoideano de suas ligações com as

proteínas do soro e pode, desta maneira, dificultar a interpretação das

provas de função da tireóide.

Quando administrada simultaneamente com preparações de lítio, a

fenilbutazona causa aumento da reabsorção tubular desse elemento,

elevando, portanto, sua concentração sérica.

Reações adversas

Podem ocorrer reações alérgicas e distúrbios gastrintestinais, dispepsia,

dor epigástrica, recorrência de úlcera péptica. Têm sido registrados,

ocasionalmente, dor de cabeça, confusão, náusea, vômito, edema por

retenção de eletrólitos, estomatites, sialadenites, distúrbios da visão,

bócio, hepatite, pancreatite e nefrite e - como complicações raras -

síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell, leucopenia,

trombocitopenia, agranulocitose e anemia aplástica.

Posologia

Recomenda-se individualizar a posologia de BUTAZONA CÁLCICA,

adaptando-a em particular ao quadro clínico, bem como à idade do

paciente e às suas condições gerais. Devem ser utilizadas as doses

mínimas eficazes.

Sempre que possível, o tratamento não deverá exceder uma semana. Nos

casos de tratamentos mais prolongados, devem ser tomados cuidados

especiais (vide Precauções). Os comprimidos revestidos de BUTAZONA

CÁLCICA deverão ser ingeridos inteiros, por ocasião das refeições, com

auxílio de líquido. Para as doenças reumáticas, podem ser recomendadas,

como norma, as seguintes doses: durante os primeiros dias, 400 a 600

mg diariamente, ou seja, 2 a 3 comprimidos revestidos de 200 mg,

divididos durante o dia; a seguir, diariamente, um comprimido revestido

de 200 mg é, via de regra, suficiente. Para o tratamento dos episódios

agudos de gota recomenda-se a seguinte posologia: inicialmente, 600 a

800 mg diariamente (3 a 4 comprimidos revestidos), divididos em 2 a 3

tomadas, durante 1 a 3 dias; se necessário, podem ser administrados a

seguir 200 a 400 mg (1 a 2 comprimidos revestidos) diariamente.

Superdosagem

Podem ocorrer as seguintes complicações: náuseas, dores gastrintestinais

ou ulcerações, depressão respiratória, hipotensão, insuficiências hepática

e renal, trombocitopenia, leucopenia e elevação dos valores das

transaminases. Recomenda-se, nestes casos, proceder à indução de

vômito e/ou lavagem gástrica: administrar carvão ativado e, se

necessário, purgativo salino, respiração artificial e medidas de suporte da

circulação, anticonvulsivantes (por exemplo, diazepam IV) e hemodiálise.

Pacientes idosos

Devem ser tomados cuidados especiais nos pacientes idosos, geralmente

mais sensíveis aos medicamentos.

N° do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Para sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total do

medicamento.

MS-1.0367.0059

Resp. Técn.: Farm. Laura M. S. Ramos - CRF-SP nº 6870

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda.

Rod. Regis Bittencourt (BR 116), km 286 - Itapecerica da Serra - SP

SAC 􀀋 0800 - 7016633

CNPJ/MF nº 60.831.658/0021-10

Indústria Brasileira