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CLARITROMICINA 500 MG CAIXA 5 BLISTER X 6 COMPRIMIDOS REVESTIDOS
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

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CLARITROMICINA

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Saiba pra que serve o produto Claritromicina 500 mg caixa 5 blister x 6 comprimidos revestidos da Ems e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de antibiótico.

principal indicação

Antibiótico.

Claritromicina 500 mg caixa 5 blister x 6 comprimidos revestidos -  Ems

de R$ 268,10

por R$ 107,24

ou R$ 105,10 no boleto bancário (2% de desconto)

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Claritromicina 500 mg caixa 5 blister x 6 comprimidos revestidos -  Ems
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ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
  • bula

KLARITRIL

Nome Genérico:

Claritromicina

Formas Farmacêuticas e Apresentação:

Comprimido revestido de 500mg - Embalagem com 14 comprimidos.

USO ORAL

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição:

Cada comprimido revestido de 500mg contém:

Claritromicina ............................................................................................ 500mg

Excipiente q.s.p. ............................................................................. 1 comprimido

(amido de milho, estearato de magnésio, celulose microcristalina, dióxido de

silício, ácido esteárico, povidona, croscarmelose sódica, opadry, álcool etílico,

água purificada, corante amarelo de tartrazina).

Informações ao Paciente:

A ação esperada do Klaritril é o tratamento radical de infecções de vias aéreas

superiores e inferiores, infecções da pele e tecidos mole, causadas por

microorganismos sensíveis ao antibiótico.

Cuidados de conservação: Em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC). Proteger

da luz e da umidade.

Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação. Não usar

produto se o prazo de validade estiver vencido.

A segurança da utilização da claritromicina durante a gravidez ainda não foi

estabelecida. Portanto, não deve ser utilizada por mulheres grávidas, a não ser

que o médico indique. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na

vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está

amamentando. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os

horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento

sem o conhecimento do seu médico.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis: náusea, má

digestão, dor de barriga, diarréia, dor de cabeça e vermelhidão da pele.

O comprimido revestido de 500mg contém o corante amarelo

TARTRAZINA, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as

quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao acido

acetilsalicílico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE

CRIANÇAS.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes

do início ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE

SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

Informações técnicas:

A claritromicina é um antibiótico do grupo macrolídeos, obtido pela substituição

do grupo hidroxila na posição 6 pelo grupo metoxi, no anel lactônico da

eritromicina. Atua por inibição da síntese protéica dos microorganismos

sensíveis, ligando-se à fração 50S do ribossoma, impedindo a fixação do RNA

de transporte ao ribossoma e bloqueando o aporte dos aminoácidos

componentes das proteínas. Estudos procedidos em indivíduos adultos

mostraram que após administração oral do antibiótico, o pico da concentração

sérica foi atingido em 2 horas. Com a administração oral de uma dose de

250mg, duas vezes ao dia, os níveis circulares da droga microbiologicamente

ativa foram alcançados em 2 a 3 dias e foram de aproximadamente 1mcg/mL.

O pico de concentração sérica foi de 2 a 3mcg/mL com doses de 500mg

administradas a cada 12 horas. A meia-vida variou de 3 a 4 horas após doses

de 250mg, duas vezes ao dia e de 5 a 7 horas com doses de 500mg duas

vezes ao dia. É intensamente metabolizada no fígado e seu metabólito ativo é

o 14-hidroxiclaritromicina. Aproximadamente 20% da dose de 250mg

administrada oralmente a cada 12 horas é excretada na urina sob a forma

intacta.

Indicações:

No tratamento de infecções de vias aéreas superiores e inferiores, infecções da

pele tecidos moles, causadas por microorganismos sensíveis à claritromicina.

Contra-Indicações:

O uso da claritromicina está contra-indicado para o tratamento de

pacientes com antecedentes de hipersensibilidade aos antibióticos

macrolídeos. A administração concomitante da claritromicina com a

cisaprida, pimozida e terfenadina é contra-indicada.

Advertências:

Existe a possibilidade de ocorrer colite pseudomembranosa virtualmente

com todos os antibióticos, portanto, é importante considerar este

diagnóstico em pacientes que apresentarem diarréia simultaneamente ao

uso de antibióticos. Tais colites podem variar de leve a gravíssima. Casos

leves de colite pseudomembranosa usualmente respondem somente a

interrupção da droga. Em casos de moderado a grave, medidas

adequadas devem ser tomadas.

Durante o tratamento prolongado ou repetido com a claritromicina, há

possibilidade de superinfecção por bactéria não-sensível ou fungos. Em

tal caso, a droga deverá ser suspensa e instituída terapêutica adequada.

Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada

entre a claritromicina e os outros macrolídeos, como a lincomicina e a

clindamicina.

A claritromicina é metabolizada principalmente pelo fígado, devendo ser

tomadas precauções na administração deste antibiótico a pacientes com

a insuficiência hepática.

Deve ser administrada com cautela a pacientes com disfunção renal

moderada a severa.

A segurança do uso da claritromicina durante a gravidez não foi ainda

estabelecida, contudo, estudos de teratogênese em animais mostraram

aumento da incidência das anormalidades fetais, quando utilizadas doses

70 vezes superiores à doses terapêuticas. Os benefícios e os riscos da

utilização da droga na mulher grávida devem ser ponderados pelo médico

assistente, principalmente durante os três primeiros meses da gravidez.

Portanto, se fizer necessária a administração do produto a pacientes póspúberes,

deve-se considerar cuidadosamente os benefícios e os riscos da

utilização.

A segurança do uso da claritromicina durante o aleitamento materno não

está também estabelecida.

A segurança e eficácia da claritromicina em crianças menores de 6 meses

de idade não foram determinadas.

Não se recomenda o uso da claritromicina, na forma farmacêutica

comprimido, em crianças com idade inferior a 12 anos.

Interações Medicamentosas:

Carbamazepina e teofilina: têm aumentados os seus níveis séricos

quando administrados concomitantemente com a claritromicina.

Drogas metabolizadas pelo sistema do citocromo P-450 (varfarina,

alcalóides do ergot, lovastatina, triazolam, fenitoína, disopramida,

midazolam, ciclosporina e rifabutina), podem ter seus niveis séricos

elevados, por isso devem ter seus níveis séricos controlados em

pacientes utilizando concomitantemente a claritromicina.

A claritromicina pode potencializar os efeitos dos anticoagulantes orais,

portanto, o tempo de protrombina deve ser controlado nesses pacientes.

Foi descrito que os macrolídeos podem alterar o metabolismo da

terfenadina, do astemisol, da cisaprida e da pimozida, resultando no

aumento dos níveis séricos destes, o que ocasionalmente pode estar

associado com arritmias cardíacas como QT prolongado, taquicardia

ventricular, fibrilação ventricular e torsades de pointes.

Ritonavir: doses de claritromicina superiores a 1g não devem ser

administradas concomitantemente com o ritonavir.

Como aparentemente a claritromicina interfere com o metabolismo da

zidovudina quando são administradas simultaneamente, esta interação

pode ser evitada intercalando a administração de ambos os

medicamentos. Tem sido raramente relatada a ocorrência de rabdomiólise

coincidente com a co-administração de claritromicina e inibidores da

HMG-CoA-redutase (lovastatina e sinvastatina).

Reações Adversas:

As reações adversas mais freqüentemente relatadas com o uso da

claritromicina foram: distúrbios gastrintestinais como náusea, vômito,

dispepsia, diarréia e dor abdominal. Outras reações adversas relatadas

menos freqüentemente: cefaléia, paladar alterado, elevação transitória

das enzimas hepáticas. Muito raramente: disfunção hepática incluindo

hepatite colestática e/ou hepatocelular com ou sem icterícia e

insuficiência hepática com desenlace fatal. Casos isolados de aumento da

creatinina sérica. Colite pseudomembranosa. Arritmias ventriculares

incluindo taquicardia e torsades de pointes em indivíduos com

prolongamento do intervalo PQ. Glossite, monilíase, estomatite e

descoloração da língua e dentes. Reações alérgicas, desde urticárias e

erupções cutâneas leves até anafilaxia e síndrome de Stevens-johnson.

Efeitos transitórios sobre o SNC, como: tontura, vertigem, ansiedade,

insônia, pesadelos, zumbidos, confusão, alucinação, psicose e

despersonalização, entretanto, sem ser estabelecida causa/efeito. Foi

também relatada perda auditiva reversível, alteração no olfato e paladar.

Interferência em Exames Laboratoriais:

Não existem referências sobre alterações relevantes de exames laboratoriais

após utilização adequada da claritromicina.

Posologia:

Comprimidos:

A posologia habitual de claritromicina é de1/2 comprimido de 500mg por via

oral, a cada 12 horas. Nas infecções mais graves, a posologia pode ser

aumentada para 500mg duas vezes ao dia.

A duração média do tratamento é de 6 a 14 dias.

A ingestão de alimento, pouco antes da tomada dos comprimidos, pode atrasar

ligeiramente o início da absorção da claritromicina, entretanto, não prejudica a

biodisponibilidade nem as suas concentrações no organismo.

A claritromicina pode ser utilizada em pacientes idosos, com função renal

normal, nas doses habitualmente recomendadas para o adulto. Em pacientes

com função renal comprometida, com depuração de creatinina inferior a

30mL/min., a dose deve ser reduzida à metade (até 250mg uma vez ao dia ou,

em infecções graves, 250mg duas vezes ao dia). A administração não deve

prolongar-se além de 14 dias nesses pacientes.

Tratamento de MAC (Mycobacterium avium complex):

Em paciente com infecções disseminadas ou localizadas por micobactérias, a

dose recomendada par ao tratamento é de 500mg, duas vezes ao dia. Senão

for observada resposta clínica ou bacteriológica em 3 a 4 semanas, a dose

pode ser aumentada para 1000mg duas vezes ao dia. O tratamento com a

claritromicina deve continuar pelo tempo em que for demonstrado benefício

clínico. A adição de outras medicações contra micobactérias pode ser benéfica.

Profilaxia da MAC:

A dosagem recomendada para a profilaxia da MAC em pacientes adultos é de

500mg, duas vezes ao dia.

Superdosagem:

Alguns relatos indicam que a ingestão de grandes quantidades de

claritromicina pode produzir sintomas gastrintestinais. Essa situação clínica

deve ser tratada coma imediata eliminação do produto não absorvido e com

medidas de suporte. A conduta preferível para a eliminação é a lavagem

gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a

claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.

Pacientes idosos:

A claritromicina pode ser utilizada em pacientes idosos, com função renal

normal, nas doses habitualmente recomendadas para o adulto.

VENDA SOB PRESCRIÇAO MÉDICA