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EMISTIN CREME 20G
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

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EMISTIN

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Saiba pra que serve o produto Emistin creme 20g da Ems e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de antialérgico e antiinflamatório e analgésico.

Emistin creme 20g -  Ems

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Emistin creme 20g -  Ems
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ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
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EMISTIN
Composição - EMISTIN
comprimido: clemastina:1,0 mg; dexametasona 0,5mg. Excipiente: 1 comprimido. Solução: clemastina 1,0 mg; dexametasona 0,5 mg. Veículo q.s.p. 5,0 ml. Creme: clemastina 1,0 mg; dexametasona 1,0 mg. Veículo q.s.p. 1 g.

Posologia e Administração - EMISTIN
creme: aplicar topicamente sobre a parte afetada uma camada fina do medicamento, cobrindo- a em seguida com gaze esterilizada. Repetir a aplicação cada 12 horas, ou a critério médico. Uso oral: adultos: 1 comprimido ou uma colher das de sobremesa (10 ml), 2 a 4 vezes ao dia, ou a critério médico. Crianças: de 1/4 a 1/2 dose para adultos, conforme o critério do pediatra. - Superdosagem: uso tópico1: topicamente aplicados os corticosteróides podem ser absorvidos em doses que podem causar efeitos sistêmicos. Deve-se suspender o uso do produto e os efeitos desaparecerão. Uso oral: são raros os relatos de toxicidade aguda e/ou morte por superdosagem. Não há antídoto2 específico; o tratamento é de suporte e sintomático. A DL50 oral de dexametasona em camundongos fêmeas foi de 6,5 g/kg.

Precauções - EMISTIN
no caso de Emistin creme, o produto não deve ser usado nos olhos ou próximo deles. Relatos da literatura sugerem uma aparente associação entre o uso de corticosteróides e ruptura da parede livre do ventrículo esquerdo após o infarto3 recente do miocárdio; portanto a terapêutica com corticosteróides deve ser utilizada com muita cautela nestes pacientes. Doses médias e grandes de corticosteróides podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e maior excreção de potássio. Tais efeitos são menos prováveis de ocorrerem com os derivados sintéticos, salvo quando se utiliza grandes doses. Pode ser necessária a restrição dietética de sal e a suplementação de potássio. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio. A insuficiência4 adrenocortical secundária induzida por drogas pode resultar da retirada muito rápida de corticosteróides e pode ser minimizada pela redução posológica gradual. Tal insuficiência4 relativa pode persistir por meses após a interrupção do tratamento. Por isso, em qualquer situação de estresse que ocorra durante este período deve- se reinstituir a terapia corticosteróide ou pode haver a necessidade de aumentar a posologia em uso. Após terapia prolongada, a retirada dos corticóides pode resultar nos sintomas5 da síndrome6 da retirada de corticosteróides, compreendendo febre7, mialgia8, artralgia9 e mal-estar. Isso pode ocorrer mesmo em pacientes sem sinais10 de insuficiência4 da supra-renal11. Pode-se realizar processos de imunização12 em pacientes que estejam recebendo corticosteróides como terapia de substituição como, por exemplo, na doença de Addison. O uso de Emistin na tuberculose13 ativa deve restringir-se aos casos de doença fulminante ou disseminada, em que se usa o corticosteróide para o controle da doença, em conjunção com adequado tratamento antituberculoso. Se houver indicação de corticosteróide em paciente com tuberculose13 lactente14 ou reação à tuberculina, torna-se necessária a observação, dada a possibilidade de ocorrer reativação da moléstia. Durante o tratamento corticosteróide prolongado, esses pacientes devem receber quimioprofilaxia. Os esteróides devem ser utilizados com cautela em colite15 ulcerativa inespecífica, se houver probabilidade de iminente perfuração, abcessos ou outras infecções piogênicas, diverticulite16, anastomose intestinal recente, úlcera péptica17 ativa ou latente, insuficiência renal18, hipertensão19, osteoporose20 e miastenia21 grave. Sinais10 de irritação do peritônio, após perfuração gastrintestinal, em pacientes recebendo grandes doses de corticosteróides, podem ser mínimos ou ausentes. A embolia22 gordurosa pode ser possível complicação com hipercortisonismo. Nos pacientes com hipotireoidismo23 e nos cirróticos há maior efeito dos corticosteróides. Em alguns pacientes os esteróides podem aumentar ou diminuir a motilidade e o número de espermatozóides24. Os corticosteróides podem mascarar alguns sinais10 de infecção25 e novas infecções podem aparecer durante o seu uso. Na malária cerebral, o uso de corticosteróide está associado com um prolongamento do coma26 e à maior incidência27 de pneumonia28 e hemorragia29 gastrintestinal. Os corticóides podem ativar amebíase lactente14, portanto, é recomendado excluir a amebíase lactente14 ou ativa antes de iniciar a terapia corticosteróides em qualquer paciente que passou algum tempo com diarréia30 inexplicada. O uso prolongado dos corticosteróides pode produzir catarata31 subcapsular posterior, glaucoma32 com possível lesão dos nervos ópticos e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devido a fungos ou vírus33. Corticosteróides devem ser usados com cuidado em pacientes com herpes oftálmico devido à possibilidade de perfuração corneana. As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteróides, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento. Pronunciado aumento da dor acompanhado de tumefação local, maior restrição do movimento articular, febre7 e mal-estar são sugestões de artrite34 séptica. Se ocorrer está complicação e confirmar-se o diagnóstico35 e a infecção25, deve-se instituir adequada terapia antimicrobiana. Gravidez36 e na lactação37: pelo fato de não terem realizado estudos de reprodução humana com os corticosteróides, o uso destas substâncias na gravidez36 ou na mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para a mãe e o embrião ou o feto. Crianças nascidas de mães que durante a gravidez36 tenham recebido doses substanciais de corticosteróides devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais10 de hipoadrenalismo. Os corticosteróides aparecem no leite materno e podem inibir o crescimento, interferir na produção endógena de corticosteróide ou causar outros efeitos indesejáveis. Mães que tomam doses farmacológicas de corticosteróides devem ser advertidas no sentido de não amamentarem.

Reações adversas - EMISTIN
poderão ocorrer sonolência, tontura38, aumento de peso, síndrome6 de Cushing, edema39, diminuição da libido do homem, distúrbios do metabolismo40 hidrocarbonato, depressão mental, euforia. Pode ocorrer mascaramento dos sintomas5 da contaminação da lesão tratada, por fungos ou outros germes. A grande maioria das reações adversas não são reportadas com freqüência na corticoterapia tópica, mas podem ocorrer freqüentemente com o uso de curativos. Estas reações são descritas em ordem decrescente de ocorrência: queimadura, prurido41, irritação, ressecamento, foliculites, hipertricoses, erupções acneiformes, hipopigmentação, dermatites periorais, dermatites alérgicas de contato, maceração da pele, infecção25 secundária, atrofia42 dérmica, estrias.

Contra-Indicações - EMISTIN
relativas: tuberculoses, insuficiência cardíaca congestiva43, úlcera duodenal44 em atividade e hipertensão arterial45. Absolutas: psicoses, diabetes46 e infecções graves. Nos 3 primeiros meses de gravidez36. Emistin é ainda contra- indicado a pacientes sensíveis aos componentes da fórmula, nos casos de dermatoses provocadas por vírus33 ou por fungos, nas lesões cutâneas tuberculosas.

Indicações - EMISTIN
antialérgico e antiinflamatório e analgésico47, em caso de inflamações onde se faça necessária a terapêutica por meio de corticosteróides. Nas dermatoses agudas, subagudas ou crônicas, de origem inflamatória e/ou alérgica, como eczemas (constitucional, seborréico, intertriginoso) e dermatites (de contato, atópica, por êstase, amoniacal, radiodermatite).

Apresentação - EMISTIN
caixa com 20 comprimidos. Bisnaga de alumínio revestido contendo 5 e 10 g. Frasco com 100 ml.


EMISTIN - Laboratório

EMS S/A
Rod. Jornalista F. A. Proença, km 08. Bairro Chácara Assay.
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
Site: http://www.ems.com.br