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FOSFATO SODICO DE PREDNISOLONA 1 MG SOL ORAL FRASCO 100 ML + DOSADOR
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

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FOSFATO SODICO DE PREDNISOLONA

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Saiba pra que serve o produto Fosfato sodico de prednisolona 1 mg sol oral frasco 100 ml + dosador da Medley e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de corticóide.

principal indicação

Corticóide.

Fosfato sodico de prednisolona 1 mg sol oral frasco 100 ml + dosador -  Medley

de R$ 19,75

por R$ 7,90

ou R$ 7,74 no boleto bancário (2% de desconto)

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Fosfato sodico de prednisolona 1 mg sol oral frasco 100 ml + dosador -  Medley
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ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
  • bula



PRELONE®

fosfato sódico de prednisolona

Solução Oral – 3 mg/ml

USO ORAL

APRESENTAÇÕES:

Frasco com 60 ml + pipeta dosadora em ml

Frasco com 120 ml + pipeta dosadora em ml

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada ml de solução oral contém:

fosfato sódico de prednisolona*.................................................................................4,02 mg

(*4,02 mg de fosfato sódico de prednisolona equivale a 3 mg de prednisolona).

Excipientes: aroma de cereja, ciclamato de sódio, edetato dissódico diidratado, fosfato

de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado,

metilparabeno, sacarina sódica diidratada, sorbitol e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE:

PRELONE® deve ser utilizado somente sob orientação médica.

- O que é e para que serve PRELONE®?

PRELONE® é um medicamento à base de prednisolona com propriedades

predominantes dos glicocorticóides.

- Como PRELONE® deve ser guardado?

Como todo medicamento, PRELONE® deve ser guardado em sua embalagem original

até sua total utilização e conservado em temperatura inferior à 25°C, ao abrigo da luz e

umidade.

Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem.

Ao adquirir um medicamento, confira sempre o prazo de validade na embalagem do

produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. As

substâncias podem estar alteradas e causar prejuízo para a sua saúde. Verifique se o

produto está lacrado e em boas condições de armazenamento.

- PRELONE® pode ser utilizado durante a gravidez e lactação?

A utilização de PRELONE® durante a gravidez e lactação deve ser feita sob

acompanhamento médico. Você deve comunicar ao seu médico se estiver grávida, com

intenção de engravidar ou amamentando.

- Como PRELONE® deve ser utilizado?

PRELONE® deve ser tomado de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico,

respeitando as doses, os horários e a duração do tratamento.

- Quando e como deve ser suspenso o tratamento com PRELONE®?

Você deverá estar sempre em contato com seu médico, para que ele acompanhe a

evolução do tratamento e decida como e quando este deverá ser interrompido. Não

interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

- Quais são as possíveis reações adversas com PRELONE®?

Caso apresente febre, ou qualquer outro sintoma de infecção ou efeitos desagradáveis,

procure imediatamente assistência médica e não deixe de informar ao médico que está

em tratamento com PRELONE®.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

- Que cuidados devem ser tomados ao utilizar PRELONE®?

É muito importante que você informe seu médico dos problemas de saúde que você

tenha e todos os medicamentos que estiver utilizando.

Durante a terapia com PRELONE®, evite qualquer contato com pacientes portadores de

varicela ou sarampo. Caso ocorra, procure imediatamente seu médico.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de

tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão

devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa,

tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico precoce e tratamento.

ATENÇÃO: UTILIZAR A PIPETA EXCLUSIVA QUE ACOMPANHA O PRODUTO.

ESTA PIPETA ESTÁ GRADUADA DE ML EM ML. EM CASO DE DÚVIDA

CONSULTE SEU MÉDICO (1 ML DE SOLUÇÃO EQUIVALE A 3 MG

PREDNISOLONA. CADA MG DE PREDNISOLONA EQUIVALE A 1,34 MG DE

FOSFATO SÓDICO DE PREDNISOLONA).

Para utilizar a pipeta dosadora em ml, siga as instruções em “MODO DE USAR”. Após

o uso, lave bem a pipeta com bastante água.

- Quando PRELONE® não deve ser utilizado?

PRELONE® não deve ser utilizado por pacientes apresentando:

. alergia à prednisolona e a qualquer outro componente da fórmula;

. infecções fúngicas sistêmicas.

- Pacientes diabéticos podem fazer uso de PRELONE®?

Sim, desde que sob estrita supervisão médica.

- Em caso de ingestão excessiva que providências tomar?

Entre imediatamente em contato com seu médico, ou procure um pronto-socorro,

informando a quantidade exata ingerida do produto, horário da ingestão e os sintomas

que estiver apresentando.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER

PERIGOSO PARA A SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS:

A prednisolona é um análogo sintético adrenocorticosteróide; é um esteróide sob a forma

de álcool livre ou esterificado, com propriedades predominantes dos glicocorticóides.

Pode reproduzir alguns efeitos dos glicocorticóides endógenos, mas após a

administração de altas doses terapêuticas podem surgir efeitos que necessariamente não

se assemelham aos dos hormônios adrenocorticais.

A prednisolona pode causar alguns efeitos metabólicos baseados em sua propriedade

glicocorticóide: estímulo da gliconeogênese; aumento do depósito de glicogênio no

fígado; inibição da utilização da glicose; diminuição da tolerância a carboidratos; atividade

antiinsulínica; aumento do catabolismo protéico; aumento da lipólise; estímulo da síntese

e armazenamento de gordura; aumento da taxa de filtração glomerular (aumento na

excreção urinária de urato sem alteração na excreção de creatinina); excreção

aumentada de cálcio.

A produção de eosinófilos e linfócitos é diminuída e há estímulo da eritropoiese e da

produção de leucócitos polimorfonucleares. Há inibição dos processos inflamatórios

(edema, deposição de fibrina, dilatação capilar, migração de leucócitos e fagocitose), e

de estágios tardios da cicatrização (proliferação capilar, deposição de colágeno e

cicatrização).

Com o uso de prednisolona, a corticotrofina tem a sua produção inibida e isso leva à

supressão da produção de corticosteróides andrógenos. Pode haver alguma atividade

mineralocorticóide, ocorrendo estímulo da perda de potássio intracelular e entrada de

sódio nas células. Esse efeito é evidente nos rins, e pode levar ao aumento da retenção

de sódio e à hipertensão.

FARMACOCINÉTICA:

A prednisolona é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal quando administrada

oralmente. A ligação da prednisolona a proteínas plasmáticas é de 70 a 90% e sua meiavida

é de 2 a 4 horas. A metabolização é hepática e é excretada na urina como

conjugados de sulfato e glicuronídeos.

INDICAÇÕES:

PRELONE® é indicado nas seguintes condições:

1. Distúrbios Endócrinos:

Insuficiência adrenocortical primária ou secundária (sendo que corticosteróides naturais

como cortisona ou hidrocortisona são de primeira escolha). Análogos sintéticos podem

ser utilizados em conjunto com mineralocorticóides, quando necessário (na infância a

suplementação de mineralocorticóides é especialmente importante); hiperplasia adrenal

congênita; tireoidite não-supurativa; hipercalcemia associada ao câncer.

2- Distúrbios Reumáticos:

Como terapia adjuvante para administração a curto prazo (para reverter paciente em

episódio agudo ou exacerbado) em: artrite psoriática, artrite reumatóide, incluindo artrite

reumatóide juvenil (em casos particulares serão utilizadas terapias de manutenção de

baixas doses); espondilite anquilosante; bursite aguda e subaguda; tenossinovite aguda

inespecífica; artrite gotosa aguda; osteoartrite pós-traumática; sinovites osteoartríticas;

epicondilites.

3- Colagenoses:

Durante exacerbação ou como terapia de manutenção em casos particulares de lúpus

eritematoso sistêmico, cardite reumática aguda.

4- Doenças Dermatológicas:

Pênfigo; dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multiforme grave (Síndrome de

Stevens-Johnson); dermatite esfoliativa; micoses fungóides; psoríase grave; dermatite

seborréica grave.

5- Estados Alérgicos:

Controle de condições alérgicas graves ou incapacitantes refratárias aos meios

adequados de tratamentos convencionais; rinite alérgica perene ou sazonal; asma

brônquica; dermatite de contato; dermatite atópica; doenças do soro; reações de

hipersensibilidade a drogas.

6- Doenças Oftálmicas:

Processos inflamatórios e alérgicos agudos e crônicos graves: envolvendo o olho e seus

anexos como úlceras marginais alérgicas da córnea; herpes zoster oftálmico; inflamação

do segmento anterior; coroidite e uveíte posterior difusa; oftalmia simpática; conjuntivite

alérgica; ceratite; coriorretinite; neurite óptica; irites e iridociclites.

7- Doenças Respiratórias:

Sarcoidose sintomática; Síndrome de Löefler não-tratável por outros meios; beriliose;

tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada quando usado concomitantemente à

quimioterapia antituberculose apropriada; pneumonite por aspiração.

8- Distúrbios Hematológicos:

Púrpura trombocitopênica idiopática em adultos; trombocitopenia secundária em adultos;

anemia hemolítica adquirida (auto-imune); eritroblastopenia (anemia eritrocítica); anemia

hipoplásica congênita (eritróide).

9- Doenças Neoplásicas:

Para o tratamento paliativo de leucemia e linfomas em adultos; leucemia aguda infantil.

10- Estados Edematosos:

Para indução de diurese ou remissão da proteinúria na síndrome nefrótica idiopática ou

devida ao lúpus eritematoso, sem uremia.

11- Doenças Gastrintestinais:

Manutenção do paciente após um período crítico da doença em colite ulcerativa e

enterite regional.

12- Doenças Neurológicas:

Exacerbações agudas da esclerose múltipla.

13- Outros:

Meningite tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio iminente, quando utilizado

concomitantemente a quimioterápicos antituberculosos apropriados. Triquinose com

envolvimento neurológico ou do miocárdio.

Em adição às indicações citadas, PRELONE® é indicado também para dermatomiosite

sistêmica (polimiosite).

CONTRA-INDICAÇÕES:

INFECÇÕES FÚNGICAS SISTÊMICAS; HIPERSENSIBLIDADE À PREDNISOLONA E

A QUALQUER OUTRO COMPONENTE DA FÓRMULA.

ADVERTÊNCIAS:

EM PACIENTES SOB TERAPIA COM CORTICOSTERÓIDES SUBMETIDOS A

SITUAÇÕES INCOMUNS DE ESTRESSE (TRAUMA, CIRURGIA, ETC.),

RECOMENDA-SE QUE A DOSAGEM DE CORTICOSTERÓIDES SEJA AUMENTADA

RAPIDAMENTE, ANTES, DURANTE E APÓS A SITUAÇÃO ESTRESSANTE.

OS CORTICOSTERÓIDES PODEM MASCARAR ALGUNS SINAIS DE INFECÇÃO E

NOVAS INFECÇÕES PODEM APARECER DURANTE O TRATAMENTO.

DURANTE O USO DE CORTICOSTERÓIDES PODE HAVER DIMINUIÇÃO DA

RESISTÊNCIA E DIFICULDADE NA LOCALIZAÇÃO DE INFECÇÕES.

O USO PROLONGADO DE CORTICOSTERÓIDES PODE PRODUZIR CATARATA

SUBCAPSULAR POSTERIOR, GLAUCOMA COM POSSÍVEL LESÃO DOS NERVOS

ÓPTICOS E PODE AUMENTAR A OCORRÊNCIA DE INFECÇÕES SECUNDÁRIAS

OCULARES DEVIDO A FUNGOS E VIROSES.

DOSES MÉDIAS E ELEVADAS DE HIDROCORTISONA E CORTISONA PODEM

CAUSAR ELEVAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL, RETENÇÃO DE SÓDIO E ÁGUA E

AUMENTO DA EXCREÇÃO DE POTÁSSIO. ESSES EFEITOS OCORREM MENOS

FREQÜENTEMENTE COM OS DERIVADOS SINTÉTICOS, A NÃO SER QUANDO

UTILIZADOS EM ALTAS DOSES. PODE SER NECESSÁRIA A RESTRIÇÃO

DIETÉTICA DE SAL E A SUPLEMENTAÇÃO DE POTÁSSIO. TODOS OS

CORTICOSTERÓIDES AUMENTAM A EXCREÇÃO DE CÁLCIO.

QUANDO EM TERAPIA COM CORTICOSTERÓIDES OS PACIENTES NÃO DEVEM

SER VACINADOS CONTRA VARÍOLA. OUTRAS IMUNIZAÇÕES NÃO DEVEM SER

FEITAS EM PACIENTES SOB CORTICOTERAPIA, ESPECIALMENTE EM ALTAS

DOSES, DEVIDO AOS POSSÍVEIS RISCOS DE COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS

E A AUSÊNCIA DE RESPOSTA IMUNE.

CRIANÇAS E ADULTOS SOB TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA SÃO MAIS

SENSÍVEIS A INFECÇÕES DO QUE INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS. VARICELA E

SARAMPO, POR EXEMPLO, PODEM TER UM CURSO MAIS GRAVE E ATÉ FATAL

EM CRIANÇAS E ADULTOS NÃO-IMUNES SOB CORTICOTERAPIA. EM CRIANÇAS

E ADULTOS QUE NÃO TIVERAM INFECÇÕES CAUSADAS POR ESSES AGENTES,

DEVE-SE TER O CUIDADO ESPECIAL DE EVITAR A EXPOSIÇÃO AOS MESMOS.

DESCONHECE-SE COMO A DOSE, VIA E DURAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO DE

CORTICOSTERÓIDES PODEM AFETAR O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE

INFECÇÃO DISSEMINADA. A CONTRIBUIÇÃO DA CAUSA DA DOENÇA E/OU

TRATAMENTO PRÉVIO COM CORTICOSTERÓIDES A ESTE RISCO TAMBÉM É

DESCONHECIDA. SE O PACIENTE FOR EXPOSTO À VARICELA, PODE SER

INDICADA A PROFILAXIA COM IMUNOGLOBULINA ESPECÍFICA PARA VARICELA.

SE O PACIENTE FOR EXPOSTO AO SARAMPO, PODE SER INDICADA A

PROFILAXIA COM POOL DE IMUNOGLOBULINAS INTRAMUSCULAR. CASO

OCORRA O DESENVOLVIMENTO DA VARICELA, DEVE-SE CONSIDERAR O

TRATAMENTO COM AGENTES ANTIVIRAIS.

MEDICAMENTOS IMUNOSSUPRESSORES PODEM ATIVAR FOCOS PRIMÁRIOS

DE TUBERCULOSE. OS MÉDICOS QUE ACOMPANHAM PACIENTES SOB

IMUNOSSUPRESSÃO DEVEM ESTAR ALERTAS QUANTO À POSSIBILIDADE DE

SURGIMENTO DE DOENÇA ATIVA, TOMANDO, ASSIM TODOS OS CUIDADOS

PARA O DIAGNÓSTICO PRECOCE E TRATAMENTO.

O USO DE PREDNISOLONA EM TUBERCULOSE ATIVA DEVE SER RESTRITO A

CASOS DE TUBERCULOSE FULMINANTE OU DISSEMINADA, NAS QUAIS O

CORTICOSTERÓIDE É USADO PARA O CONTROLE DA DOENÇA ASSOCIADO A

UM REGIME ANTITUBERCULOSO APROPRIADO.

QUANDO OS CORTICOSTERÓIDES FOREM INDICADOS A PACIENTES COM

TUBERCULOSE LATENTE OU COM REATIVIDADE À TUBERCULINA É

NECESSÁRIA RIGOROSA OBSERVAÇÃO, POIS PODE HAVER REATIVAÇÃO DA

DOENÇA. DURANTE CORTICOTERAPIA PROLONGADA, ESTES PACIENTES

DEVEM RECEBER QUIMIOPROFILAXIA.

USO NA GRAVIDEZ E LACTAÇÃO:

COMO ESTUDOS ADEQUADOS DE REPRODUÇÃO HUMANA NÃO FORAM FEITOS

COM CORTICOSTERÓIDES, O USO DE PREDNISOLONA NA GRAVIDEZ,

LACTAÇÃO OU EM MULHERES COM POTENCIAL DE ENGRAVIDAR, REQUER

QUE OS POSSÍVEIS BENEFÍCIOS DA DROGA JUSTIFIQUEM O RISCO POTENCIAL

PARA A MÃE, EMBRIÃO OU FETO.

LACTAÇÃO: A PREDNISOLONA É EXCRETADA NO LEITE MATERNO EM BAIXOS

NÍVEIS (MENOS DE 1% DA DOSE ADMINISTRADA). MEDIDAS DE CAUTELA

DEVEM SER TOMADAS QUANDO A PREDNISOLONA É ADMINISTRADA A

LACTANTES.

CRIANÇAS NASCIDAS DE MÃES QUE RECEBERAM CORTICOSTERÓIDES

DURANTE A GRAVIDEZ, DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADAS

QUANTO AO SURGIMENTO DE HIPOADRENALISMO.

PRECAUÇÕES:

EM CASOS DE INSUFICIÊNCIA ADRENOCORTICAL INDUZIDA POR

PREDNISOLONA, PODE-SE MINIMIZAR O QUADRO POR REDUÇÃO GRADUAL DA

DOSAGEM. DEVIDO À POSSIBILIDADE DE PERSISTÊNCIA DESSE QUADRO APÓS

A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO POR ALGUM TEMPO, PODE SER

NECESSÁRIO REINICIAR A CORTICOTERAPIA EM SITUAÇÕES DE ESTRESSE.

COMO A SECREÇÃO DE MINERALOCORTICÓIDE PODE ESTAR REDUZIDA, DEVESE

ADMINISTRAR CONCOMITANTEMENTE SAIS OU MINERALOCORTICÓIDES.

EM PACIENTES PORTADORES DE HIPOTIREOIDISMO OU COM CIRROSE, EXISTE

AUMENTO DO EFEITO DO CORTICOSTERÓIDE.

PACIENTES PORTADORES DE HERPES SIMPLES OCULAR DEVEM UTILIZAR

CORTICOSTERÓIDES COM CAUTELA POIS PODE HAVER POSSÍVEL

PERFURAÇÃO DE CÓRNEA.

A MENOR DOSE POSSÍVEL DE CORTICOSTERÓIDE DEVE SER UTILIZADA A FIM

DE SE CONTROLAR AS CONDIÇÕES SOB TRATAMENTO. QUANDO A REDUÇÃO

DA DOSAGEM FOR POSSÍVEL, ESTA DEVE SER FEITA GRADUALMENTE.

PODEM APARECER DISTÚRBIOS PSÍQUICOS QUANDO DO USO DE

CORTICOSTERÓIDES, VARIANDO DESDE EUFORIA, INSÔNIA, ALTERAÇÃO DO

HUMOR, ALTERAÇÃO DE PERSONALIDADE, DEPRESSÃO GRAVE ATÉ

MANIFESTAÇÕES DE PSICOSE OU INSTABILIDADE EMOCIONAL. TENDÊNCIAS

PSICÓTICAS PREEXISTENTES PODEM SER AGRAVADAS PELOS

CORTICOSTERÓIDES.

EM HIPOPROTROMBINEMIA, O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO DEVE SER UTILIZADO

COM CAUTELA QUANDO ASSOCIADO À CORTICOTERAPIA.

DEVE HAVER CUIDADO NA UTILIZAÇÃO DE ESTERÓIDES EM CASOS DE COLITE

ULCERATIVA NÃO-ESPECÍFICA CASO HAJA POSSIBILIDADE DE PERFURAÇÃO

IMINENTE, ABSCESSO OU OUTRAS INFECÇÕES PIOGÊNICAS; DIVERTICULITE;

ANASTOMOSES DE INTESTINO; ÚLCERA PÉPTICA ATIVA OU LATENTE;

INSUFICIÊNCIA RENAL; HIPERTENSÃO; OSTEOPOROSE E MIASTENIA GRAVIS.

O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS SOB CORTICOTERAPIA

PROLONGADA DEVEM SER OBSERVADOS CUIDADOSAMENTE.

EMBORA ESTUDOS CLÍNICOS CONTROLADOS TENHAM DEMONSTRADO A

EFETIVIDADE DOS CORTICOSTERÓIDES EM AUMENTAR A RAPIDEZ DA

RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DAS EXACERBAÇÕES AGUDAS DA ESCLEROSE

MÚLTIPLA, ELES NÃO DEMONSTRARAM QUE OS CORTICOSTERÓIDES AFETAM

O RESULTADO FINAL DO HISTÓRICO NATURAL DA DOENÇA. OS ESTUDOS

MOSTRAM QUE DOSES RELATIVAMENTE MAIORES DE CORTICOSTERÓIDES

SÃO NECESSÁRIAS PARA ALCANÇAR UM EFEITO SIGNIFICATIVO.

PRESSÃO ARTERIAL, PESO CORPORAL, DADOS ROTINEIROS DE

LABORATÓRIO, INCLUINDO GLICOSE PÓS-PRANDIAL DE 2 HORAS E POTÁSSIO

SÉRICO, RAIO X DE TÓRAX E PARTES SUPERIORES DEVEM SER OBTIDOS A

INTERVALOS REGULARES.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

Drogas como os barbituratos, que induzem a atividade das enzimas metabólicas

hepáticas da fração microssomal, podem aumentar o metabolismo da prednisolona,

requerendo, em terapias concomitantes, o aumento da dosagem de prednisolona.

REAÇÕES ADVERSAS:

• Neurológicas:

Convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor

cerebral), usualmente após tratamento; cefaléia; vertigem.

• Musculoesqueléticas:

Fraqueza muscular, miopatia esteróide, perda de massa muscular, osteoporose,

fratura vertebral por compressão, necrose asséptica da cabeça umeral e femoral,

fratura patológica de ossos longos.

• Gastrintestinais:

Úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia; pancreatite; distensão

abdominal; esofagite ulcerativa.

• Dermatológicas:

Retardo da cicatrização; atrofia cutânea (pele fina e frágil); petéquias e equimoses;

eritema facial; sudorese aumentada; pode ocorrer supressão a reações de alguns

testes cutâneos.

• Endócrinas:

Irregularidades menstruais; desenvolvimento de estado cushingóide; retardo do

crescimento em crianças; ausência de resposta secundária adrenocortical e

hipofisária, especialmente em situações de estresse, como trauma, cirurgia ou

doença. Diminuição da tolerância a carboidratos, manifestação de diabetes

mellitus latente; aumento das necessidades de insulina ou hipoglicemiantes orais

em diabéticos.

• Oftálmicas:

Catarata subcapsular posterior; aumento da pressão intra-ocular; glaucoma;

exoftalmia.

• Hidroeletrolíticas:

Retenção de sódio; retenção de líquido; insuficiência cardíaca congestiva em

pacientes suscetíveis, perda de potássio, alcalose hipocalêmica; hipertensão

arterial.

• Metabólicas:

Balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo protéico.

MODO DE USAR:

Instruções de uso da pipeta dosadora em ml:

1. Encaixar a pipeta dosadora no adaptador do frasco (fig. 1).

2. Virar o frasco e aspirar a medida desejada. Puxar cuidadosamente o êmbolo,

medindo a quantidade exata em ml, conforme a posologia recomendada pelo seu

médico (fig. 2).

3. Retirar a pipeta dosadora (fig. 3).

4. Esvaziar a pipeta dosadora lentamente na boca, com a cabeça inclinada para trás

(fig. 4).

5. Tampar o frasco (fig. 5).

6. Lavar bem a pipeta dosadora com água corrente e fechá-la com sua respectiva

tampa (fig. 6).

Observações:

A pipeta dosadora é de uso exclusivo para administração de PRELONE por via oral.

O manuseio deve ser feito somente por adultos.

POSOLOGIA:

ATENÇÃO: UTILIZAR A PIPETA EXCLUSIVA QUE ACOMPANHA O PRODUTO.

ESTA PIPETA ESTÁ GRADUADA DE ML EM ML. EM CASO DE DÚVIDA CONSULTE

SEU MÉDICO (1 ML DE SOLUÇÃO EQUIVALE A 3 MG PREDNISOLONA. CADA MG

DE PREDNISOLONA EQUIVALE A 1,34 MG DE FOSFATO SÓDICO DE

PREDNISOLONA).

A dosagem inicial de PRELONE® pode variar de 5 a 60 mg por dia, dependendo da

doença específica que está sendo tratada. As doses de PRELONE® requeridas são

variáveis e devem ser individualizadas de acordo com a doença em tratamento e a

resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve ser

controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores

idade e peso corporal. Iniciar a terapia com a menor dose da posologia em idosos.

A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando a droga for

administrada por mais do que alguns dias.

Crianças: A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou

de 4 a 60 mg por metro quadrado de superfície corporal por dia, administrados de 3 a

4 vezes por dia. Posologias para recém-nascidos e crianças devem ser orientadas

segundo as mesmas considerações feitas para adultos, ao invés de se adotar rigidez

estrita aos índices para idade ou peso corporal. Na Síndrome Nefrótica utiliza-se

60mg/m2/dia em 3 vezes ao dia por 4 semanas, seguidas de 40mg/m2 em dias

alternados, por 4 semanas.

Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes,

enquanto que para alguns pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. A dose

inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta satisfatória seja notada. Depois

disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos decréscimos da dose

inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para se

obter uma resposta clínica adequada. Deve-se ter em mente que é necessária uma

constante observação em relação à dosagem de PRELONE®. Se por um período

razoável de tempo não ocorrer resposta clínica satisfatória, o tratamento com

PRELONE® deve ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada.

Incluem-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose: mudança no

estado clínico secundário por remissão ou exacerbação no processo da doença, a

suscetibilidade individual do paciente à droga e o efeito da exposição do paciente a

situações estressantes não-diretamente relacionadas à doença em tratamento; se for

necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja

gradual e nunca abrupta.

SUPERDOSAGEM:

Não há relatos da ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em

período de tempo curto. O tratamento da superdosagem aguda é por lavagem gástrica

imediata ou indução de vômito.

O uso prolongado de corticosteróides pode produzir sintomas psíquicos; face de lua

cheia; depósitos anormais de gordura; retenção de líquido; aumento do apetite; ganho de

peso; hipertricose; acne; estrias; equimoses; sudorese aumentada; pigmentação; pele

seca e descamativa; perda de cabelo; aumento da pressão arterial; taquicardia;

tromboflebite; resistência diminuída às infecções; balanço negativo de nitrogênio com

retardo da cicatrização; cefaléia; fraqueza; distúrbios menstruais; sintomas acentuados

da menopausa; neuropatias; distúrbios psíquicos; fraturas; osteoporose; úlcera péptica;

tolerância diminuída à glicose; hipocalemia e insuficiência adrenal. Em crianças

observou-se hepatomegalia e distensão abdominal.

Nos casos de superdosagem crônica em pacientes portadores de doença grave que

necessitem de corticoterapia contínua, deve-se reduzir a dose de prednisolona, por um

período de tempo, ou deve-se introduzir o tratamento em dias alternados.

MS - 1.0573.0330

Farmacêutico Responsável: Dr. Wilson R. Farias CRF-SP nº. 9555

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

Via Dutra, km 222,2 - Guarulhos - SP

CNPJ 60.659.463/0001-91 - Indústria Brasileira

Logo CAC

Número de lote, data de fabricação e prazo de validade: vide embalagem externa

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA