Frete grátis nos produtos marcados

Desconto adicional de 2% em compras em quantidade

Entregamos em todo o Brasil

receba nossas ofertas

HIRUDOID 500MG GEL BISNAGA 40G
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

ver produtos semelhantes a Hirudoid

HIRUDOID

compartilhe

Saiba pra que serve o produto Hirudoid 500mg gel bisnaga 40g da Sankyo Pharma e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de processos inflamatórios localizados acompanhados de edema e hematoma.

Hirudoid 500mg gel bisnaga 40g -  Sankyo Pharma

de R$ 21,51

por R$ 19,36

em 6x R$ 3,23 no cartão de crédito**

  • 1x R$ 19,36
  • 4x** Consulte
  • 2x R$ 9,68
  • 5x** Consulte
  • 3x R$ 6,45
  • 6x** Consulte

**Juros da Administradora. Consulte a mesma para saber a taxa de juros aplicada.

simule os fretes disponíveis para sua região

Hirudoid 500mg gel bisnaga 40g -  Sankyo Pharma
entregamos em todo Brasil
  • bula

HIDRION ®

FUROSEMIDA
CLORETO DE POTÁSSIO

USO ADULTO - Composição
INFORMAÇÃO AO PACIENTE
INFORMAÇÃO TÉCNICA - Características - Indicações - Contra-Indicações - Precauções e advertências - Interações Medicamentosas - Reações Adversas/colaterais - Posologia - Superdosagem - Pacientes Idosos
Forma Farmacêutica e Apresentação
· Comprimido. Caixa com 20 e 30 comprimidos.

USO ADULTO
Composição
Cada comprimido contém:
Furosemida ...........................................40 mg.
Cloreto de potássio ...............................100 mg.
Excipiente ...............q.s.p.....................300 mg.
Excipiente:
celulose microcristalina, polividona 30, estearato de magnésio, lactose, talco, aerosil 200, álcool etílico.

Voltar
INFORMAÇÃO AO PACIENTE
Hidrion® apresenta efeito diurético e o início da ação ocorre cerca de 60 minutos após a administração do produto.
Manter o produto em sua embalagem original. Evitar calor excessivo e proteger da luz e umidade.
O prazo de validade é de 60 meses após a data de fabricação impressa na embalagem externa. Nenhum medicamento deve ser usado se o prazo de validade estiver vencido, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua saúde.
“Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término”.
“Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento”.
“Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico”.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como hipotensão, diarréia, perda de apetite, cólicas ou dores estomacais e visão turva.
“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS”
Durante a gravidez, a furosemida só deve ser usada se estritamente indicada e somente por curtos períodos de tempo.
“Informe se médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento”.
“NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE”.
Voltar

INFORMAÇÃO TÉCNICA
Voltar
Características
Hidrion® associa em sua fórmula a Furosemida e o Cloreto de potássio.
A Furosemida é um diurético e anti-hipertensivo que se caracteriza por apresentar uma alta eficácia terapêutica que se manifesta rapidamente após a sua administração (1 a 3 horas) e cuja duração é relativamente curta (6 a 8 horas).
O Cloreto de potássio suplementa eventuais perdas de potássio que possam ocorrer, devido a ação do diurético.
Em doses terapêuticas habituais Hidrion® age principalmente ao nível do ramo ascendente da alça de Henle, onde inibe a reabsorção do cloro e, por conseguinte, do sódio. A ação salurética é rapidamente intensa e breve, aumentando proporcionalmente com as doses administradas.
Voltar
Indicações
Como medicação diurética na insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão arterial e nos edemas de diversas origens. Coadjuvante no tratamento das intoxicações exógenas.

Voltar
Contra-Indicações
Insuficiência renal com anúria; coma hepático; distúrbios graves do equilíbrio eletrolítico; hipersensibilidade à furosemida ou sulfonamidas e aos componentes da fórmula.
Em pacientes com possibilidade de apresentarem uma retenção urinária aguda, a administração de diuréticos deve ser feita com prudência.
Não deve ser administrado no primeiro trimestre de gravidez.

Voltar
Precauções e advertências
Nas doses habituais o uso do produto não exige suplementação potássica, uma vez que pequenas perdas de potássio podem ser compensadas pela presença do Cloreto de potássio existente na fórmula de Hidrion®. Entretanto, em pacientes portadores de insuficiência hepática ou com ingestão reduzida de sais ou quando houver necessidade de administrar doses elevadas por tempo prolongado, a creatinina e a uréia séricas devem ser controladas regularmante, assim como os eletrólitos plasmáticos, em particular, potássio, cálcio, cloreto e bicarbonato. Sintomas como tonturas, vômitos, anorexia, fraqueza, letargia, dores nas pernas e/ou confusão mental são indicativos de depleção eletrolítica. Uma cuidadosa vigilância se faz necessária nos casos de: pressão sangüínea marcadamente reduzida; diabetes melito latente ou manifesto (controle regular da glicemia); gota (controle regular do ácido úrico); obstrução à micção (por. ex. em hipertrofia prostática, estenose ureteral, hidronefrose); presença concomitante de cirrose hepática e insuficiência renal; hipoproteinemia. Durante a gravidez, a furosemida só deve ser usada se estritamente indicada e somente por curtos períodos de tempo. No período da amamentação, quando o seu uso for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação. É aconselhável interromper a amamentação nesses casos. Se este produto for usado para tratamento de hipertensão, o paciente deve ser regularmente assistido pelo médico.

Voltar
Interações Medicamentosas
A Furosemida inibe a atividade dos anticoagulantes orais, devendo os pacientes em uso destes medicamentos serem submetidos às provas de coagulação periódicas. No tratamento de pacientes hipertensos a dose dos anti-hipertensivos deve ser reduzida quando associados com o Hidrion®. Não deve ser administrado a pacientes com suspeita de diabetes antes de submetê-los ao teste de tolerância à glicose. O uso de diuréticos pode alterar ou não as necessidades de insulina e o diabete melito pode se manifestar. A diminuição da reatividade arterial às aminas vasopressoras e o efeito acentuado da tubocurarina podem ser revertidos pela administração de diuréticos sulfamídicos, portanto a sua administração deve ser suspensa uma semana antes da realização de cirurgia. A administração do curare ou seus derivados deve ser feita com muito cuidado a pacientes que estão usando o produto. A probenecida aumenta as concentrações plasmáticas de furosemida. Os estrogênios podem diminuir os efeitos antihipertensivos dos diuréticos de alça e o uso simultâneo com bicarbonato de sódio pode aumentar a possibilidade de aparecimento de alcalose hipoclorêmica.

Voltar
Reações Adversas/colaterais
Assim como com outros diuréticos, após terapia prolongada, o balanço eletrolítico e hídrico pode ser prejudicado como resultado da diurese aumentada (excreção de eletrólitos). No início do tratamento, especialmente em pacientes idosos, a diurese excessiva pode conduzir à distúrbios circulatórios com sintomas de hipovolemia, tais como sensação de pressão na cabeça, cefaléia, tontura, secura da boca ou distúrbios da visão e alteração da regulação circulatória quando da posição ereta. Além disso, em casos extremos, pode levar à desidratação e, como conseqüência do volume sangüíneo circulante reduzido (hipovolemia), a um aumento na concentração do sangue (hemoconcentração), com trombofilia. Entretanto, com a posologia individualizada, de modo geral, as reações hemodinâmicas agudas não são esperadas, apesar da diurese começar rapidamente. A deficiência de potássio pode manifestar-se através de sintomas neuromusculares – fraqueza muscular e paralisia completa ou incompleta, sintomas intestinais – vômitos, constipações e acúmulo excessivo de gases no abdomem ou intestino (meteorismo), sintomas renais – volume excessivo de urina (poliúria), sede aumentada e ingestão excessiva de líquidos (polidipsia) e sintomas cardíacos – distúrbios na formação e condução do impulso elétrico. Perdas severas de potássio podem levar a paralisia intestinal (íleo paralítico) ou a alterações da conciência, algumas vezes progredindo para um estado de coma. Todos os saluréticos podem causar depleção de potássio, vômitos ou diarréia crônica. Além disso doenças como cirrose hepática podem causar uma predisposição para estados de deficiência de potássio. Nestes casos, há necessidade de supervisão apropriada e terapia de reposição. Se a ingestão de sal for muito restrita, a deficiência de sódio (hiponatremia) pode produzir uma queda na pressão arterial, apatia, cãimbras musculares nas pernas, perda de apetite, fraqueza, tontura, sonolência, vômito e estados de confusão. Um estado de deficiência em magnésio (hipomagnesemia) e, em casos raros, tetania e arritmia cardíaca tem sido observados como uma conseqüência do aumento das perdas renais de magnésio. O aumento das perdas renais de cálcio pode levar a uma deficiência de cálcio (hipocalcemia). Isto pode desencadear um estado de irritabilidade neuromuscular aumentada, acompanhada de tetania em casos raros. Sintomas de obstrução à micção (por ex.: em hidronefrose, hipertrofia prostática, estenose uretral) podem tornar-se manifestos ou podem ser agravados sob a ação dos diuréticos. Da mesma forma que com outros diuréticos, o tratamento com a furosemida pode induzir a uma elevação transitória na creatinina e uréia séricas. Deve ser lembrado que pode existir um aumento na concentração de ácido úrico no sangue, podendo precipitar crises de gota em pacientes predispostos. Os níveis de colesterol e triglicerídeos séricos podem elevar-se sobre tratamento com a furosemida, mas geralmente retornarão ao normal, sob tratamento a longo prazo, dentro de 6 meses. Em casos raros, o diabete melito manifesto pode ser agravado levando à deterioração da condição metabólica do paciente diabético pelo tratamento com furosemida ou o diabetes latente pode tornar-se manifesto (alteração da tolerância à glicose). Casos isolados de pancreatite aguda foram reportados nos quais o tratamento com saluréticos durante várias semanas foi considerado um fator causal , incluindo também alguns casos após terapia com furosemida. Distúrbios de audição e/ou sons nos ouvidos (tinidos) após uso de furosemida são raros e, na maioria dos casos, reversíveis. Estes distúrbios podem acontecer principalmente quando a furosemida é administrada muito rapidamente por via endovenosa, especialmente em pacientes com insuficiência renal. Alcalose metabólica pré-existente (por ex.: em cirrose hepática descompensada) pode ser agravada pelo tratamento com furosemida. Podem ocasionalmente ser observados distúrbios gastrintestinais (náusea, vômitos, diarréia), reações de hipersensibilidade, como reações cutâneas (por ex.: prurido, urticária, erupções bolhosas, eritema multiforme, dermatite esfoliativa, púrpura), fotossensibilidade, vasculite, febre, nefrite intersticial, choque, ou alterações da crase sangüínea (leucopenia, eosinofilia, trombocitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica e anemia aplástica). Uma diminuição no número de plaquetas do sangue (trombocitopenia) pode tornar-se manifesta, em particular como uma aumentada propensão à hemorragia. Distúrbios da sensibilidade (parestesias) podem ocorrer em casos raros. Em casos individuais, a habilidade para dirigir, atravessar a rua com segurança ou operar máquinas pode ser prejudicada, especialmente no início do tratamento ou quando da mudança para outras drogas ou quando bebidas alcoólicas forem consumidas durante o tratamento com furosemida.

Voltar
Posologia
Edemas periféricos em geral: 1 comprimido ao dia. Quando necessário, pode-se administrar 2 a 3 comprimidos, a critério médico. Hipertensão arterial: De acordo com a gravidade do caso, administrar 1 a 2 comprimidos ao dia. No tratamento de manutenção, 1 comprimido ao dia ou em dias alternados. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros com algum líquido e com o estômago vazio. A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Voltar
Superdosagem
O sintoma da intoxicação pela furosemida é a desidratação com quadro delirante. Devem ser efetuadas a reposição de líquidos e a correção do balanço eletrolítico. O tratamento recomendado é a monitorização das funções metabólicas. Em pacientes com obstrução à micção, garantir a manutenção do fluxo urinário. Sondar os pacientes com distensão aguda da bexiga, decorrente de diurese excessiva, em portadores de obstrução urinária (por ex. dilatação prostática).

Voltar
Pacientes Idosos
A dose ótima deve ser determinada a partir de quantidades mínimas, tendo em vista a maior sensibilidade aos efeitos hipotensivos e alterações de eletrólitos, com risco de colapso circulatório e episódios tromboembólicos.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.