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SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA 400 MG CAIXA 30 COMPRIMIDOS
Preço, Indicação, Para que Serve e Composição

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SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA

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Saiba pra que serve o produto Sulfato de hidroxicloroquina 400 mg caixa 30 comprimidos da Sanofi-aventis e todas as suas principais indicações. Leia a bula completa e saiba pra que serve este e como ele funciona nos casos de afecções reumáticas, dermatológicas, artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil.

Sulfato de hidroxicloroquina 400 mg caixa 30 comprimidos -  Sanofi-aventis

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Sulfato de hidroxicloroquina 400 mg caixa 30 comprimidos -  Sanofi-aventis
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ISTO É UM MEDICAMENTO, NÃO USE SEM PREESCRIÇÃO MÉDICA E ORIENTAÇÃO DO FARMACÊUTICO. AO PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
  • bula



PLAQUINOL ®

sulfato de hidroxicloroquina

USO ADULTO E CRIANÇAS ACIMA DE 6 ANOS

Forma farmacêutica e de apresentação

Cartucho contendo 30 comprimidos revestidos.

Composição

Comprimidos de 200 mg

Cada comprimido revestido contém:

sulfato de hidroxicloroquina ............................................. 200mg

excipientes q.s.p. ............................................................... 1 comprimido

Contém: lactose, croscarmelose sódica, amido, estearato de magnésio, syloid 244, celulose microcristalina, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio.

Comprimidos de 400 mg

Cada comprimido revestido contém:

sulfato de hidroxicloroquina ............................................. 400mg

excipientes q.s.p. ............................................................... 1 comprimido

Contém: fosfato de cálcio dibásico, amido, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento

PLAQUINOL é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada sulfato de hidroxicloroquina. Esta substância é prescrita pelo médico visando o combate a várias enfermidades, tais como: artrite, lupus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária.

Cuidados de conservação

PLAQUINOL deve ser guardado em sua embalagem original. Deve-se evitar o calor excessivo (temp. superior a 40ºC), proteger da luz e umidade.

Prazo de validade

Impresso na embalagem

Ao comprar qualquer medicamento verifique o prazo de validade. Não use remédio com prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua saúde.

Gravidez e lactação

Apenas o médico pode decidir sobre o uso de PLAQUINOL durante a gravidez e lactação, pois o uso do medicamento nesses períodos necessita de cuidados especiais. Assim, informe imediatamente ao médico se houver suspeita de gravidez, durante ou após o uso da medicação. Informe também ao médico caso esteja amamentando.

Cuidados de administração

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento

Não interrompa o tratamento nem troque de medicamento sem o conhecimento de seu médico, pois isto poderá prejudicar o tratamento de sua doença.

Reações adversas

Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis com o uso do PLAQUINOL, em especial sintomas como distúrbios da visão, erupções na pele, náusea, diarréia, diminuição da audição, tonturas ou dor de cabeça. Informe seu médico sobre quaisquer outras reações desagradáveis atribuíveis à medicação.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Informe seu médico caso esteja fazendo uso de outros medicamentos, principalmente remédios para o coração (digoxina), antibióticos ou medicamentos para o estômago (cimetidina, antiácidos).

Contra-indicações

PLAQUINOL está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, pacientes que apresentam distúrbios visuais e crianças com menos de 6 (seis) anos de idade. Só o médico pode decidir sobre o uso de PLAQUINOL durante a gravidez e lactação.

Precauções

Informe seu médico caso seja portador de distúrbios da visão, doenças do fígado ou dos rins. Informe também ao médico em caso de gravidez e amamentação.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

INFORMAÇÃO TÉCNICA

Características

PLAQUINOL é o sulfato de hidroxicloroquina, um sal cristalino incolor, solúvel em água até um mínimo de 20%, conhecido quimicamente como 2-[4-[(7-cloro-4-quinoil)amino]pentil]etilamino]etanol sulfato (1:1). Cada 100mg de sulfato são equivalentes a 77,5mg de hidroxicloroquina base. PLAQUINOL é uma 4-aminoquinolina antimalárica com ação esquizonticida e algum efeito gametocida, sendo também considerado um anti-reumático de ação lenta.

PLAQUINOL possui diversas ações farmacológicas que podem estar envolvidas em seu efeito terapêutico, tais como interação com grupos sulfidrila, interferência com a

atividade enzimática (incluindo fosfolipase, NADH-citocromo C redutase, colinesterase, proteases e hidrolases), ligação ao DNA, estabilização das membranas lisossômicas, inibição da formação de prostaglandinas, quimiotaxia das células polimorfonucleares e fagocitose, possível interferência com a produção de interleucina 1 dos monócitos, e inibição da liberação de superoxidase dos neutrófilos. Sua capacidade de concentração nas vesículas ácidas intracelulares e o conseqüente aumento do pH dessas vesículas poderiam explicar tanto o efeito antimalárico como a ação anti-reumática.

A hidroxicloroquina é rapidamente absorvida após administração oral, com uma biodisponibilidade média de 74%. Distribui-se amplamente pelo organismo, sendo acumulada nas hemácias e em alguns órgãos como os olhos, rins, fígado e pulmões, onde pode se armazenar por tempo prolongado. A hidroxicloroquina é convertida parcialmente em metabólitos ativos no fígado e eliminada sobretudo por via renal, mas também na bile. A excreção é lenta, sendo a meia-vida de eliminação terminal de aproximadamente 50 dias (sangue total) ou 32 dias (plasma). A hidroxicloroquina atravessa a barreira placentária e possivelmente passa ao leite materno, como a cloroquina.

INDICAÇÕES

Afecções reumáticas e dermatológicas

Artrite reumatóide

Artrite reumatóide juvenil

Lupus eritematoso sistêmico

Lupus eritematoso discóide

Condições dermatológicas provocadas ou agravadas pela luz solar.

Malária

Tratamento das crises agudas e tratamento supressivo de malária por Plasmodium vivax, P.ovale, P.malariae e cepas sensíveis de P.falciparum.

Tratamento radical da malária provocada por cepas sensíveis de P.falciparum.

A hidroxicloroquina não é eficaz contra cepas de Plasmodium falciparum resistentes à cloroquina, e também não é ativa contra as formas exo-eritrocíticas de P. vivax, P. ovale e P. malariae. Conseqüentemente, PLAQUINOL não previne a infecção por esses plasmódios, nem as recaídas da doença.

CONTRA-INDICAÇÕES

Maculopatias (retinopatias) preexistentes. Pacientes com hipersensibilidade aos derivados da 4-aminoquinolina. Crianças com menos de 6 (seis) anos de idade.

PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS

Pacientes em tratamento prolongado devem realizar exame oftalmológico de 6 em 6 meses. O exame deve incluir oftalmoscopia cuidadosa incluindo teste de acuidade visual, verificação do campo visual, visão para cores e fundoscopia. O risco de retinopatia com o uso de 4-aminoquinolinas está relacionada à dose. Assim, o risco é pequeno com a dose diária de até 6,5 mg/kg de peso e aumenta caso a posologia recomendada seja aumentada. O exame oftalmológico pode ser mais freqüente e adaptado a cada paciente, nas seguintes situações: a) dose diária superior a 6,5 mg/kg de peso. O peso corporal absoluto tomado como parâmetro de dosagem, pode resultar em uma superdosagem no obeso. b) insuficiência renal; c) dose cumulativa maior que 200 g; d) idosos e) comprometimento da acuidade visual.

Se ocorrer qualquer distúrbio visual (acuidade visual, visão para cores...), o medicamento deve ser imediatamente descontinuado e o paciente cuidadosamente observado quanto à possível progressão do distúrbio visual. Alterações retinianas (e distúrbios visuais) podem progredir mesmo após o término da terapia.

Os pacientes deverão ser alertados quanto a dirigir veículos e operar com máquinas, pois a hidroxicloroquina pode alterar a acomodação e provocar visão turva. Caso essa condição não seja auto-limitante, pode haver necessidade de reduzir a dose. Recomenda-se cautela em pacientes com disfunções hepáticas ou renais ou que estejam tomando medicamentos capazes de afetar esses órgãos: pode ser necessária redução da dose da hidroxicloroquina.

Administrar PLAQUINOL com cautela a pacientes com problemas gastrointestinais, neurológicos ou hematológicos, e àqueles com hipersensibilidade à quinina, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, porfiria ou psoríase.

Embora o risco de depressão da medula óssea seja pequeno, aconselha-se hemograma periódico e suspensão do tratamento caso surjam alterações hematológicas.

Crianças pequenas são particularmente sensíveis aos efeitos tóxicos das 4-aminoquinolinas e os pacientes devem ser alertados para conservar PLAQUINOL fora do alcance das crianças.

Todos os pacientes submetidos a terapia a longo prazo com hidroxicloroquina devem realizar exame periódico da função dos músculos esqueléticos e reflexos tendinosos. Caso sejam observadas alterações, o medicamento deverá ser suspenso.

Gravidez e lactação

A hidroxicloroquina atravessa a barreira placentária. Com relação ao uso de hidroxicloroquina durante a gravidez, os dados são limitados. A hidroxicloroquina é desaconselhada durante a gravidez, exceto quando, na opinião do médico, os benefícios potenciais superarem os riscos. Deve ser lembrado que doses terapêuticas de 4-aminoquinolinas foram associadas a alterações no sistema nervoso central tais como ototoxicidade (auditiva e vestibular), surdez congênita, hemorragia e pigmentação anormal da retina.

A hidroxicloroquina é excretada em pequena quantidade através do leite materno. Por isso, a administração de hidroxicloroquina a lactantes requer cautela, pois crianças pequenas são extremamente sensíveis aos efeitos tóxicos das 4-aminoquinolinas.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

PLAQUINOL pode aumentar os níveis de digoxina no plasma. Por isso, os níveis de digoxina sérica devem ser cuidadosamente monitorados em pacientes em uso concomitantes destas substâncias.

Como a hidroxicloroquina pode aumentar os efeitos do tratamento hipoglicêmico, pode ser necessária uma diminuição nas doses de insulina ou drogas antidiabéticas.

PLAQUINOL pode também estar sujeito a várias das interações descritas para a cloroquina, muito embora relatos específicos não tenham sido divulgados. Estão incluídos:



Potencialização da sua ação bloqueadora direta na junção neuromuscular pelos antibióticos aminoglicosídeos;



Inibição do seu metabolismo pela cimetidina, que pode aumentar a concentração plasmática da substância;



Antagonismo do efeito da neostigmina e piridostigmina; 4

Sanofi-Aventis



Redução da resposta humoral (mediada por anticorpos) à imunização primária com a vacina humana diplóide anti-rábica intradérmica;



Tal como para a cloroquina, os antiácidos podem reduzir a absorção do PLAQUINOL, sendo aconselhável observar um intervalo de 4 horas entre a administração do PLAQUINOL e de antiácidos.

REAÇÕES ADVERSAS

Pode ocorrer retinopatia com alterações na pigmentação e do campo visual, mas tais reações são raras. Na sua forma precoce, elas parecem ser reversíveis com a suspensão do PLAQUINOL. Existe risco de progressão da retinopatia caso o tratamento não seja suspenso a tempo. Pacientes com alterações retinianas podem ser inicialmente assintomáticos, ou podem apresentar escotomas visuais do tipo anular paracentral, pericentral, escotomas temporais e visão alterada para cores.

Foram referidas opacificação e edema de córnea. Tais alterações podem ser assintomáticas, mas podem causar distúrbios tais como halos, visão borrada ou fotofobia. Podem ser transitórias ou reversíveis com a suspensão do tratamento. Pode ocorrer visão borrada devido distúrbios de acomodação e que é dose dependente e reversível.

Algumas vezes ocorre erupção cutânea: prurido, alterações pigmentares na pele e nas membranas mucosas, descoloração do cabelo e alopécia também foram comunicadas; geralmente regridem rapidamente com a suspensão do tratamento. Tem sido relatados casos de erupções bolhosas, incluindo raríssimos casos de eritema multiforme e síndrome de Stevens-Johnson, fotossensibilidade e casos isolados de dermatite esfoliativa.

Casos raríssimos de pustulose exematosa aguda generalizada deve ser diferenciada da psoríase, uma vez que a hidroxicloroquina pode precipitar crises de psoríase. Pode estar associada com febre e hiperleucocitose. A evolução do quadro é geralmente favorável após a suspensão do tratamento.

Outras reações adversas incluem distúrbios gastrointestinais, tais como náusea, diarréia, anorexia, dor abdominal e raramente vômito. Esses sintomas geralmente regridem imediatamente com redução da dose ou suspensão do tratamento. Menos freqüentemente foram comunicados tontura, fraqueza muscular, vertigem, zumbido, hipoacusia neural, cefaléia, nervosismo, labilidade emocional, psicose e convulsões.

Raramente houve casos de miopatia dos músculos esqueléticos ou neuromiopatia levando à fraqueza progressiva e atrofia dos músculos proximais. A miopatia pode ser reversível com a suspensão do tratamento, mas a recuperação pode durar alguns meses. Podem ser observadas ainda alterações sensoriais, diminuição dos reflexos tendinosos e anormalidade na condução nervosa.

Raramente cardiomiopatia tem sido relatada. Pode-se suspeitar de toxicidade crônica quando ocorrerem distúrbios de condução (bloqueio de ramo/bloqueio átrio-ventricular) bem como hipertrofia biventricular. A suspensão do tratamento leva à recuperação.

Existem relatos de raros casos de depressão da medula óssea. Alterações hematológicas como anemia, anemia aplástica, agranulocitose, redução das células brancas do sangue e trombocitopenia foram relatadas. A hidroxicloroquina pode exacerbar o quadro de porfiria.

Casos isolados de alterações da função hepática têm sido reportados e têm sido publicados alguns casos de insuficiência hepática fulminante.

Foram relatados casos de reações alérgicas: urticária, angioedema e broncoespasmo.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Uso oral.

PLAQUINOL deve ser tomado durante uma refeição, ou com um copo de leite.

As doses abaixo mencionadas referem-se ao sulfato, e não à substância base.

Doenças reumáticas

A ação do PLAQUINOL é cumulativa e exigirá várias semanas para exercer seus efeitos terapêuticos benéficos, enquanto que efeitos colaterais de baixa gravidade podem ocorrer relativamente cedo. Alguns meses de terapia podem ser necessários antes que os efeitos máximos possam ser obtidos. Caso uma melhora objetiva (redução do edema da articulação, aumento da mobilidade) não ocorra em 6 meses, PLAQUINOL deverá ser descontinuado.



Lupus eritematoso sistêmico e discóide:

Dose inicial para adultos: 400 a 800 mg diários

Dose de manutenção: 200 a 400mg diários



Artrite reumatóide

Dose inicial para adultos: 400 a 600mg diários

Dose de manutenção: 200 a 400mg diários



Artrite crônica juvenil

A posologia não deve exceder 6,5mg / kg de peso/dia, até uma dose máxima diária de 400mg.

Doenças fotossensíveis

O tratamento com PLAQUINOL deve restringir-se aos períodos de exposição máxima à luz. Para adultos, recomendam-se 400mg diários.



Malária

Tratamento supressivo

Adultos: 1 comprimido de 400mg de PLAQUINOL a intervalos semanais.

Crianças: a dose supressiva é de 6,5mg/kg de peso semanalmente. Não deverá ser ultrapassada a dose para adultos, a despeito do peso.

Caso as circunstâncias permitam, o tratamento supressivo deverá ser iniciado 2 semanas antes da exposição. Entretanto, se isso não for possível, uma dose dupla inicial de 800mg para adultos ou de 12,9mg/kg para crianças pode ser recomendada, dividida em duas tomadas com 6 horas de intervalo. A terapêutica supressiva deverá ser continuada por 8 semanas após deixar à área endêmica.

Tratamento da crise aguda.

Em adultos: dose inicial de 800mg seguida de 400mg após 6 a 8 horas e 400 mg diários em 2 dias consecutivos (total de 2g de sulfato de hidroxicloroquina). Um método alternativo, empregando uma única dose de 800mg (620mg base) provou ser também eficaz. A dose para adultos também pode ser calculada na base do peso corporal. Esse método é o preferível para uso em pediatria.

Em crianças: administrar dose total de 32 mg/kg (não superior a 2g) dividida em 3 dias, como se segue: primeira dose 12,9mg/kg (não exceder 800mg); segunda dose 6,5mg/kg (não exceder 400mg) seis horas após a primeira dose; terceira dose 6,5mg/kg 18 horas após a segunda dose; quarta dose 6,5mg/kg 24 horas após a terceira dose.

SUPERDOSAGEM

Uma superdosagem com as 4-aminoquinolinas é particularmente perigosa em crianças: 1 a 2 g provaram ser fatais. Os sintomas de superdosagem podem incluir

cefaléia, distúrbios da visão, colapso cardiovascular, convulsões, hipocalemia e alterações do ritmo e condução, seguidas de súbita parada cardíaca e respiratória. Uma vez que esses efeitos podem aparecer logo após a ingestão de dose maciça, o tratamento deverá ser imediato e sintomático. O estômago deverá ser imediatamente esvaziado, por vômito provocado ou por lavagem gástrica. Carvão finamente pulverizado numa dose de pelo menos 5 vezes a da superdose pode inibir uma posterior absorção, se introduzido no estômago por sonda após a lavagem gástrica e dentro de 30 minutos após a ingestão da superdose.

Alguns estudos referem efeito benéfico do diazepam parenteral em casos de superdosagem. O diazepam pode reverter a cardiotoxicidade da cloroquina.

Deverão ser instituídos suporte respiratório e medidas de tratamento do choque.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA